Enfermagem

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Processo seletivo para prefeitura em MT tem salário de até R$ 12.635

Inscrições são gratuitas e podem ser feitas na Prefeitura de Nova Lacerda.
Vagas oferecidas vão de coveiro a professor de balé e até médico.

 Termina nessa terça-feira (17) o prazo para se inscrever no processo seletivo da Prefeitura de Nova Lacerda, a 667 km de Cuiabá. São 89 vagas nos níveis fundamental, médio e superior, com salários que vão de R$ 726,54 a até R$ 12.635,30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na sede da prefeitura, localizada na Rua 16 de Julho, nº 815, Centro.

O edital completo pode ser conferido no site da prefeitura. A prova tem data prevista para ser aplicada às 8h do dia 22 desse mês, na Escola Municipal de Primeiro Grau Getúlio Vargas, localizada na Rua 05, Centro. Quanto à data para publicação do resultado final, a data estimada é o dia 31 de dezembro. Este processo seletivo terá validade até 31 de dezembro de 2014, não podendo ser prorrogado.

 As vagas para o nível alfabetizado são nas funções de agente de serviços gerais e braçais, coveiro e vigia. Já para o nível fundamental as vagas são para carpinteiro de ponte, mecânico, motorista nível II, operador de motoniveladora, operador de pá carregadeira, operador de retroescavadeira e pedreiro.

Para nível médio/técnico, as vagas são para os cargos de auxiliar de enfermagem, auxiliar de consultório dentário, facilitador de oficina de artesanato, gestor de central de regulação, instrutor de música, professor de balé, técnico administrativo, técnico de prestação de contas e técnico de enfermagem.

As vagas para o cargo de professor são para candidatos com nível médio (magistério) e/ou nível superior. E para nível superior, estão abertas as vagas de analista de informática, assistente contábil, assistente social, bioquímico - farmacêutico, educador físico, médico, odontólogo, pedagogo e psicólogo. g1.globo.com/mato-grosso

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domingo, 15 de dezembro de 2013

Doenças e Sintomas: Síndrome do ovário policístico

Os ovários são dois órgãos, um de cada lado do útero, responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos e por acolher os óvulos que a mulher traz consigo desde o ventre materno. Entre 20% e 30% das mulheres podem desenvolver cistos nos ovários, isto é, pequenas bolsas que contêm material líquido ou semi-sólido. São os ovários policísticos, que normalmente não têm importância fisiológica, mas que em torno de 10% estão associados a alguns sintomas. Os outros casos são assintomáticos.
A diferença entre cisto no ovário e ovário policístico está no tamanho e no número de cistos.
A síndrome acomete principalmente mulheres entre 30 e 40 anos e o diagnóstico tornou-se mais preciso com a popularização do exame de ultra-som.

Sintomas
* Alterações menstruais – As menstruações são espaçadas. Em geral, mulher menstrua apenas poucas vezes por ano;
* Hirsutismo – Aumento dos pêlos no rosto, seios e abdômen;
* Obesidade –Ganho significativo de peso piora a síndrome;
* Acne – Em virtude da maior produção de material oleoso pelas glândulas sebáceas;
* Infertilidade.

Sintomas
Não foi estabelecida ainda a causa específica da síndrome dos ovários policísticos. Sabe-se que 50% das mulheres com essa síndrome têm hiperinsulinismo e o restante apresenta problemas no hipotálamo, na hipófise, nas supra-renais e produz maior quantidade de hormônios masculinos.

Tratamento
Como se trata de uma doença crônica, o tratamento é sintomático.
Mocinhas de 15 ou 16 anos, obesas, com pêlos e acne precisam emagrecer. Às vezes, só a perda de peso ajuda a reverter o quadro. Se não for obesa, é necessário diminuir a produção de hormônios masculinos, o que se consegue por meio de pílulas anticoncepcionais que atuam também na unidade pilossebácea reduzindo a produção de sebo e o crescimento dos pêlos.
Os casos de infertilidade respondem bem ao clomifeno, um indutor da ovulação. Se isso não acontecer, pode-se estimular os ovários com gonadotrofinas. Atualmente, é possível, ainda, fazer a cauterização laparoscópica.

Recomendações
* Consulte regularmente seu ginecologista. Não deixe de fazer o exame ginecológico e outros que ele possa indicar;
* Não se descuide. Mulheres com ovário policístico correm maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares na menopausa;
* Controle seu peso. A obesidade agrava os sintomas da síndrome. Fonte: drauziovarella.com.br

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Doenças e Sintomas: Síndrome do ovário policístico

Os ovários são dois órgãos, um de cada lado do útero, responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos e por acolher os óvulos que a mulher traz consigo desde o ventre materno. Entre 20% e 30% das mulheres podem desenvolver cistos nos ovários, isto é, pequenas bolsas que contêm material líquido ou semi-sólido. São os ovários policísticos, que normalmente não têm importância fisiológica, mas que em torno de 10% estão associados a alguns sintomas. Os outros casos são assintomáticos.
A diferença entre cisto no ovário e ovário policístico está no tamanho e no número de cistos.
A síndrome acomete principalmente mulheres entre 30 e 40 anos e o diagnóstico tornou-se mais preciso com a popularização do exame de ultra-som.

Sintomas
* Alterações menstruais – As menstruações são espaçadas. Em geral, mulher menstrua apenas poucas vezes por ano;
* Hirsutismo – Aumento dos pêlos no rosto, seios e abdômen;
* Obesidade –Ganho significativo de peso piora a síndrome;
* Acne – Em virtude da maior produção de material oleoso pelas glândulas sebáceas;
* Infertilidade.

Sintomas
Não foi estabelecida ainda a causa específica da síndrome dos ovários policísticos. Sabe-se que 50% das mulheres com essa síndrome têm hiperinsulinismo e o restante apresenta problemas no hipotálamo, na hipófise, nas supra-renais e produz maior quantidade de hormônios masculinos.

Tratamento
Como se trata de uma doença crônica, o tratamento é sintomático.
Mocinhas de 15 ou 16 anos, obesas, com pêlos e acne precisam emagrecer. Às vezes, só a perda de peso ajuda a reverter o quadro. Se não for obesa, é necessário diminuir a produção de hormônios masculinos, o que se consegue por meio de pílulas anticoncepcionais que atuam também na unidade pilossebácea reduzindo a produção de sebo e o crescimento dos pêlos.
Os casos de infertilidade respondem bem ao clomifeno, um indutor da ovulação. Se isso não acontecer, pode-se estimular os ovários com gonadotrofinas. Atualmente, é possível, ainda, fazer a cauterização laparoscópica.

Recomendações
* Consulte regularmente seu ginecologista. Não deixe de fazer o exame ginecológico e outros que ele possa indicar;
* Não se descuide. Mulheres com ovário policístico correm maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares na menopausa;
* Controle seu peso. A obesidade agrava os sintomas da síndrome. Fonte: drauziovarella.com.br

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Congresso: Mantido vetos presidenciais sobre o Mais Médicos

Dilma no Congresso Nacional

Em uma sessão tumultuada e cheia de reclamações, o Congresso manteve nesta terça-feira vetos presidenciais a três projetos que haviam passado pelas mãos de deputados e senadores. Foi a primeira vez que os parlamentares apreciaram dispositivos vetados sem o sigilo, desde a promulgação do voto aberto na semana passada. O ponto mais polêmico referia-se ao principal programa de vitrine do governo Dilma Rousseff, o Mais Médicos, que causou discussões no plenário. 

A presidente havia vetado a proibição de profissionais estrangeiros trabalharem também fora do programa. Deputados da oposição reclamaram sobre como Sibá Machado (PT-AC) conduziu a sessão, afirmando que ele não deveria presidi-la por não ser da Mesa Diretora. “Ele ligou o trator e não era motorista habilitado para dirigir”, disse o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), para quem a votação deveria ser anulada. A decisão de manter os vetos de Dilma, porém, foi preservada. Agência Brasil
Da Agência Brasil

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Enfermagem faz greve em 19 de dezembro

Semana de luta terá outras ações, nomeadamente: “almoço de protesto” em Lisboa junto à ARS às 13h de dia 19 e “Queima do Governo” na praça dos Leões no Porto às 19h de 18 de dezembro

Enfermeira(o)s dos centros de saúde querem continuar a garantir cuidados de enfermagem em jornada contínua e, por isso, fazem greve dia 19 de dezembro, a partir das 12h na ARS de Lisboa. A paralisação integra-se numa semana de luta em defesa do SNS e do trabalho com direitos.

 O sindicato dos enfermeiros portugueses (SEP) convocou uma semana de luta de 16 a 20 de dezembro. Na ARS de Lisboa e Vale do Tejo, os profissionais dos centros de saúde fazem greve entre as 12h e as 24h no dia 19. A semana de luta terá outras ações, nomeadamente: “almoço de protesto” em Lisboa junto à ARS às 13h de dia 19 e “Queima do Governo” na praça dos Leões no Porto às 19h de 18 de dezembro.

O SEP protesta contra a imposição de uma paragem de uma hora no período de almoço, por parte de alguns diretores executivos de agrupamento de centros de saúde (ACES) da ARS de Lisboa e Vale do Tejo. A paragem de uma hora interrompe a jornada contínua dos enfermeiros e provoca descontinuidade da prestação de cuidados. Na prática, enfermeiras e enfermeiros continuam a prestar cuidados nessa hora, mas sem serem remunerados.

Na semana de luta, enfermeiros e enfermeiras protestam contra os cortes salariais, em defesa do SNS e do trabalho com direitos.

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Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde (ACS e ACE)  
MNAS no MSN: MNAgentesdeSaude.groups.live.com  
Canal no YouTube: www.youtube.com/mobilizacaodosacs  
No Facebook: www.facebook.com/groups/agentesdesaude   
No Grupo Yahoo!: br.groups.yahoo.com/group/agentedesaude   
Ferramenta no Inforum: Fórum no Inforum   
Blog da MNAS e Jornal dos ACS/ACE: www.agentesdesaude.com.br
Fonte: esquerda.net

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Trabalhadores na área de Enfermagem podem entrar em greve

 
O sindicato dos Trabalhadores na área de Enfermagem do Estado de Mato Grosso do Sul informa que em nota ao Procurador do Trabalho do Município de Dourados, os Gestores da ASSOCIAÇÃO BENECIENTE DOURADENSE - Hospital Evangélico de Dourados informaram no ultimo dia 06 de Dezembro de 2013, através da correspondência 709/13, que não estariam realizando o pagamento dos salários de seus funcionários devido à falta de recursos oriundos do Ministério da Saúde. Sob a alegação de que o hospital passa por dificuldades e não tem como arcar com seus compromissos devido à falta do repasse dos recursos, há meses os salários vêm sendo pagos com atrasos gerando prejuízos econômicos aos trabalhadores e suas famílias.

O Presidente do SIEMS é enfático e afirma que os recursos já estão sim disponíveis nas contas das Prefeituras de vários Municípios, e não compreende o motivo pelo qual a Prefeitura de Dourados ainda não efetuou a transferência dos valores para o Hospital Evangélico e para o Hospital da Vida que também se encontra na mesma situação. A retenção desses recursos gera o caos no Município de Dourados, conclui Lazaro Santana.

Através de Oficio o Sindicato notificou o hospital Evangélico e o Hospital da Vida para que os salários sejam pagos imediatamente, e tal notificação servirá de prova em reclamação trabalhista que o SIEMS irá ingressar contra as duas Instituições Hospitalares, para cobrança de juros e multas em favor dos funcionários pelo atraso do pagamentos dos salários.

Amanha, 11 de Dezembro, o Presidente do SIEMS permanecerá na cidade de Dourados, mobilizando os trabalhadores e se não houver regularização dos salários, cogita uma paralisação temporária dos serviços de Enfermagem, como forma de protesto.

Fonte: Da Redação. (www.capitalnews.com.br)

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Municípios - Prefeitos pedem a Renan Calheiros aumento do Fundo de Participação dos Municípios

Congresso nacional brasileiro

Cerca de 600 prefeitos estiveram no Congresso Nacional nesta terça-feira (10) para pedir mais recursos para os municípios. Segundo eles, muitas prefeituras não têm dinheiro para o pagamento do décimo terceiro salário aos servidores municipais.

No encontro com o presidente do Senado, Renan Calheiros, os prefeitos reivindicaram a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 39/2013, que aumenta em dois pontos percentuais o repasse do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A proposta está na Comissão de Constituição e Justiça e tem como relator o senador Eduardo Lopes (PRB-RJ).

O presidente da Associação dos Municípios de Alagoas (AMA), Marcelo Beltrão, disse a Renan Calheiros que as prefeituras estão em situação de miséria. Beltrão, que é prefeito de Jequiá da Praia (AL), afirmou que o cenário impossibilita as prefeituras de prestarem um serviço de qualidade para os cidadãos. E cobrou uma solução.

"Os municípios estão ingovernáveis", disse o prefeito.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, declarou-se sensibilizado com a situação das prefeituras. E prometeu  interceder junto ao governo federal para ajudar a resolver o problema financeiro das administrações municipais.

"Precisamos construir uma convergência. Vamos analisar a melhor alternativa. E fazer a interlocução com o Poder Executivo para agilizar", afirmou.

A votação da PEC 39/2013 deve ser realizada apenas em 2014. Renan Calheiros lembrou que as propostas de emenda à Constituição dependem de um rito especial de tramitação, o que torna a análise desse tipo de matéria mais lenta. E ponderou não haver mais tempo hábil para aprovar a matéria antes do fim do ano.

Saúde e Educação

Os prefeitos também pediram soluções para o financiamento das áreas de saúde e educação. Eles afirmaram não ter condições de pagar o piso salarial para o magistério ou para fazer investimentos na área de saúde.

Renan Calheiros disse que o Congresso está empenhado em resolver essas questões. Ele citou algumas iniciativas já aprovadas por senadores e deputados, como a que destina 75% dos royalties do petróleo para a educação e 25% para a saúde.

"Também aprovamos o orçamento impositivo, que destina metade das emendas parlamentares para a saúde. A mesma proposta estabelece que 15% da receita corrente líquida para a saúde", disse.

A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Da Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado.

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