Enfermagem

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Sanofi e Sociedade Portuguesa de Diabetologia lançam 1º Prémio de Enfermagem na área da Diabetes

 
A Sanofi e a Sociedade Portuguesa de Diabetologia (SPD) acabam de lançar o 1º Prêmio de Enfermagem SPD/Sanofi. A submissão dos trabalhos decorre até dia 31 de Janeiro de 2014 e o regulamento está disponível no site da SPD, avança comunicado de imprensa.

Este prémio será atribuído anualmente e visa reconhecer o que de melhor se faz no nosso país em termos de investigação clínica e educação terapêutica promovidos pela enfermagem, reconhecendo em simultâneo o trabalho de um dos parceiros chave na área da diabetes – os Enfermeiros.

Este ano o prémio será atribuído durante o 11º do Congresso Português de Diabetes que decorre de 6 a 9 de Março em Vilamoura. O júri será composto por cinco especialistas da área, incluindo um elemento do Departamento Médico da Sanofi.

Segundo o relatório do Observatório Nacional da Diabetes 2013, a prevalência da Diabetes em Portugal, em 2012, foi de 12,9%, na população entre os 20 e os 79 anos, mais 1,2% do que em 2009. A prevalência da Diabetes não diagnosticada foi estimada em 5,6%, verificando-se uma relação directa entre o aumento da diabetes e o envelhecimento da população. No que diz respeito à hiperglicemia intermédia, esta atinge 3,1 milhões de indivíduos, o que corresponde a 39,6% da população entre os 20 e os 79 anos.

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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Recife (PE): SATENPE continua visitando Unidades de Saúde e constata irregularidades em todas elas...


Forma mostradas duas unidades de saúde reformadas, agora iremos revelar a situação de duas unidades reformadas. Começamos com a Unidade de Saúde da Família Irmã Denize.

Na série de visitas realizada pelo SATENPE, foi possível ver quase tudo, mas, acreditamos que ainda há muito a ser visto. As unidades que não sofreram reformas, se confundem muito com as unidades reformadas, isso porque as unidades reformadas que visitamos, apenas foram manqueadas, ou seja, foi dada apenas uma "mão de cal" e muito mal dada. Os pisos não foram substituídos, as tubulações dos aparelhos de ar condicionados continuam expostas e com muitas sujeiras. Os móveis são os mesmos: surrados, enferrujados e caindo aos pedaços. É visível a indignação dos trabalhadores que esperaram muito tempo por uma reforma, e quando ela acontece, poucas mudanças acontecem na realidade. 

O SATENPE, fez questão de deixar registrado na mesa de negociação setorial do Recife, “Que a Secretaria de Saúde deveria escolher empresas sérias e responsável, para execução das reformas, para que o erário publico não fosse jogado pelo ralo. Porque é isso que estamos acostumados a ver. Reformas essas, que só duram até a primeira chuva. As famosas reformas “SONRISAL” .

Percebemos que esse cuidado não foi observado, sendo suficiente olhar as imagens abaixo, foram quase 20 milhões de reais usados nessas reformas. A prefeitura da Cidade do Recife entrega a obra à empresa e deixa o trabalho entregue a própria sorte. Depois a empresa diz que finalizou a obra e a deixa inacabada, com resto de material de construção na unidade e o ambiente totalmente sujo. O que de fato não deveria acontecer! Na realidade, uma empresa séria, quando realiza uma obra, tem o dever de entregar o ambiente limpo e sem entulhos. Mas, isso ainda está longe de acontecer no serviço publico. Esperamos realmente que o Departamento de Engenharia da Secretaria de Saúde do Recife tenha mais zelo e respeito, principalmente fiscalizando a execução dos projetos. Que essas reformas não sejam, apenas a implementação do Layout da atual gestão, onde se predomina o AZUL E AMARELO exteriorizado. Os trabalhadores querem muito mais do que a mudança do VERMELHO PARA O AZUL E AMARELO. Trabalhador não tem cor; trabalhador não tem bandeira; trabalhador não tem partido. Os trabalhadores querem um ambiente de trabalho digno, SALÁRIOS DESCENTES e todas as condições para desempenho de suas funções “ISSO BASTA!”















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Fonte: Sindicato Profissional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Estado de PE

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e bebida, diz pesquisa


Pessoas que tiveram mais do que seis parceiros tinham nove vezes mais chances de desenvolver câncer de garganta Foto: Getty Images

Michelle Achkar
O tabaco, substância presente no cigarro, e o consumo de bebidas alcoólicas sempre foram apontados como um dos principais fatores para desenvolvimento de câncer na região da garganta. Pois agora cientistas afirmam que o sexo oral ocupa o topo da lista entre os comportamentos de risco.

Pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, descobriu que o vírus HPV atualmente é a principal causa da doença em pessoas com menos de 50 anos. O papiloma vírus humano pode provocar lesões de pele ou em mucosas. Existem mais de 200 variações com menores e maiores graus de perigo. Um deles é o causador de verrugas no colo do útero, consideradas lesões pré-cancerosas.

Homens com mais de 50 anos costumavam ser as principais vítimas do câncer de garganta. Principalmente aqueles com histórico de fumo e consumo de bebida alcoólica. Mas o problema tem crescido em faixas etárias mais baixas, e dobrou nos últimos 20 anos nos Estados Unidos em homens com menos de 50 anos devido ao vírus.

Outros países como Inglaterra e Suécia também identificaram aumento da doença devido ao HPV. Na Suécia, apenas 25% dos casos tinham relação com o vírus na década de 1970 e, agora, o índice chega a 90%, de acordo com uma das pesquisadoras, a professora Maura Gillison.

Segundo ela, alguém infectado com o tipo de vírus associado ao câncer de garganta tem 14 vezes mais chances de desenvolver a doença. "O fator de risco aumenta de acordo com o número de parceiros sexuais e especialmente com aqueles com quem se praticou sexo oral", afirmou a pesquisadora.

Os resultados do levantamento vão ao encontro de outros já feitos sobre o mesmo tema, como o realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Realizado no ano passado, o estudo apontou que pessoas que tiveram mais do que seis parceiros com quem praticaram sexo oral tinham nove vezes mais chances de desenvolver câncer de garganta. Nos que já haviam tido algum tipo de infecção provocada pelo HPV, o risco subia para 32 vezes.

Os médicos que realizaram o levantamento sugeriram que homens também sejam vacinados contra o vírus, como é recomendado para as mulheres. Em países como Inglaterra, meninas de 12 e 13 anos recebem a vacina contra HPV e, segundo dados, previne até 90% dos casos de infecções.

No Brasil, há dois tipos de vacinas disponíveis, contra os tipos mais comuns de câncer do colo do útero, mas o governo alerta que não há evidência suficiente da eficácia da vacina, o que só poderá ser observado depois de décadas de acompanhamento. O governo também recomenda a prática de sexo seguro como a melhor maneira de se prevenir. Fonte: saude.terra.com.br


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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

São Paulo irá parar!

Queremos um Piso Salarial Nacional digno e redução da Carga Horária para 30 horas semanais.

Vem Pras Ruas, Você Também!

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Estudante de Enfermagem integra Projeto Rondon 2014

Objetivo do projeto é contribuir para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes
Agência Brasil

A aluna do 4ª ano do curso de Enfermagem da UEL, Lívia Sanches Silva, integra a edição deste ano do Projeto Rondon. A jovem vai embarcar neste sábado (18) para Belém, no Pará, com o objetivo de atuar junto as comunidade ribeirinhas do Pará e Amazonas durante 15 dias. As ações terão auxílio de dois navios da Marinha do Brasil.

Lívia Sanches está entre os 30 universitários do país selecionados para realizar ações na região, com apoio da Marinha do Brasil. A rondonista vai promover oficinas junto à população local sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e alongamento, além de recreação infantil.

O objetivo do Projeto Rondon é contribuir para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes, além de aproximar alunos e professores das Universidades de realidades distintas em regiões distantes do país. Na UEL, o Projeto Rondon é coordenado pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), e em todo o país pelo Ministério da Defesa. As atividades ocorrem todos os anos em janeiro e julho, período de férias nas Universidades.

Na próxima semana, um grupo de estudantes e professores da UEL embarca para participar de outra operação do Projeto Rondon. Fonte: www.bonde.com.br

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Técnicos em enfermagem do Pequeno Anjo fazem paralisação por melhores salários em Itajaí

Um grupo de cerca de 30 funcionários da unidade hospitalar decidiram suspender atividades por 24 horas

Técnicos de enfermagem do Hospital Universitário Pequeno Anjo, administrado pela Fundação Universidade do Vale do Itajaí (Univali), protestam por melhores salários na manhã desta sexta-feira, em Itajaí.

Um grupo de cerca de 30 funcionários da unidade hospitalar decidiram fazer uma paralisação por 24 horas. Com faixas os técnicos em enfermagem iniciaram a manifestação às 7h e reivindicam mudança no piso salarial da categoria na região.

- O nosso salário está muito baixo em relação a região de Florianópolis e Joinville. A grande maioria dos profissionais acabam indo para outras cidade. Nós ganhamos R$ 5,11 por hora e nosso salário base é R$ 1.227, isso é um absurdo - explica Bianca Rafaela Pereira, técnica em enfermagem e uma das organizadoras da paralisação.

Segundo ela, que trabalha há mais de quatro anos no Hospital Universitário Pequeno Anjo, ontem a comissão responsável pela paralisação se reuniu com o reitor da Univali, Mário Cesar dos Santos

- O reitor nos passou que não tem negociação e que a situação ficará assim até a saída do dissídio que vai ocorrer em março - ressalta.

De acordo com os organizadores do movimento o atendimento dos pacientes não será prejudicado, pois 30% dos técnicos em enfermagem continuam trabalhando e se revezando durante essas 24h da paralisação.
Fonte: diariocatarinense.clicrbs.com.br

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Os culpados pela obesidade infantil

Os culpados pela obesidade infantil

Um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, concluiu que os principais fatores de risco para o excesso de peso em crianças são quantidade de sono inadequada, pais obesos e controle exagerado do que o pequeno pode colocar no prato. Antes de chegar a essa conclusão, os pesquisadores elencaram e, na sequência, investigaram 22 situações associadas à obesidade infantil. E esses três pontos se destacaram como os que mais contribuem para o quadro.

Note que a tão falada fast food não se encontra na lista dos experts de Illinois. E outro trabalho americano – esse da Universidade da Carolina do Norte – concorda: as comidas rápidas não são as únicas vilãs da saúde da meninada. No levantamento em questão, especialistas analisaram a dieta de 4 466 pessoas de 2 a 18 anos de idade. Eles viram, então, que 50% dos participantes não eram consumidores de fast food, 40% estavam no grupo que visitava esses restaurantes de vez em quando e apenas 10% declaravam abusar desse tipo de alimentação. Ou seja, pelo menos segundo os dois artigos citados, a obesidade está mais associada às refeições oferecidas em casa e na escola – com pouca ingestão de frutas, verduras e legumes – do que ao consumo de comidas prontas. Tão importante quanto reduzir o consumo de fast food é incentivar hábitos saudáveis na rotina da garotada. Fonte: Revista Saúde

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