Enfermagem

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Coração - Oito maneiras de prevenir um infarto

 As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil: matam 308 000 
brasileiros por ano
 
Medidas que diminuem o risco de formação de coágulos no sangue, como prática de atividade física e controle da hipertensão, protegem a saúde cardíaca

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Dupla jornada é realidade para profissionais da Enfermagem
Emenda dá cinco anos para que enfermagem tenha carga semanal de 30 horas
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O papel do hospital na Rede de Atenção à Saúde
Enfermeiros  sentem-se discriminados e pedem audiência
Sancionado projeto que dá celeridade aos processos trabalhistas
Sancionada a lei da jornada de 30 horas para os profissionais de enfermagem


As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil: matam 308 000 brasileiros por ano. Entre elas, a mais letal é o acidente vascular cerebral (AVC). A segunda é o infarto, responsável por 80 000 óbitos anuais, ou uma morte a cada cinco minutos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia.

O infarto ocorre quando uma artéria coronária fica obstruída e deixa de levar oxigênio e nutrientes ao coração. Essa obstrução é consequência da formação de um coágulo que bloqueia a passagem de sangue e leva à necrose do músculo cardíaco. Quanto mais rápido for o socorro à vítima, menor será o tecido necrosado e, logo, maior a chance de sobrevivência. “Caso a pessoa procure por ajuda até duas horas depois do infarto, a mortalidade é de 3%. Se ela esperar mais de dez horas, o risco de vida é de 30%”, diz Marcelo José de Carvalho Cantarelli, cardiologista do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco e coordenador da campanha Coração Alerta da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Causas — A principal causa da formação do coágulo é o desenvolvimento de placas de gordura na parede das artérias, a chamada aterosclerose. A lesão aterosclerótica pode ser ocasionada por níveis elevados de colesterol ruim, lesões da camada interna dos vasos, pressão alta, hereditariedade, tabagismo, sedentarismo, stress e diabetes.

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Sintomas — Indícios clássicos do infarto são uma dor forte no peito, que dura de 20 a 30 minutos e que pode irradiar no braço esquerdo, costas e mandíbula. São sintomas também palidez, suor frio, náusea, vômito, dor nas costas, falta de ar, cansaço desproporcional, enjoo e dor de estomago.

Em alguns pacientes, no entanto, o problema é assintomático e o diagnóstico só pode ser feito por meio de exames. Diabéticos, por exemplo, não costumam sentir dor durante um infarto, porque a doença altera as terminações nervosas. No caso dessas pessoas, os indícios são falta de ar e cansaço.

Cuidados — Quando há sinais de que um indivíduo está sofrendo um infarto, a recomendação é oferecer a ele três comprimidos de AAS (ácido acetilsalicílico infantil), se não for alérgico à droga. O remédio diminui o coágulo e, por isso, pode salvar a vida da pessoa.

No hospital, o paciente poderá ser medicado com trombolíticos, que desfazem o coágulo, e, nos casos mais graves, submetido a uma angioplastia para desobstruir a artéria.

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Fonte: Revista Veja

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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Lei Antifumo entra em vigor em todo o país na próxima semana

 Imagem: Divulgação
Na próxima quarta-feira (03) entra em vigor a Lei Antifumo, que proíbe fumar em locais fechados, públicos e privados, de todo o país.Pouco mais de 11% da população brasileira é fumante. No Dia Nacional de Combate ao Câncer, comemorado nesta quinta-feira (27), a medida vem reforçar um avanço de prevenção da doença e ao hábito de fumar.

Com a vigência da Lei 12.546, aprovada em 2011 mas regulamentada em 2014, fica proibido fumar cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés e outros produtos em locais de uso coletivo, públicos ou privados, como hall e corredores de condomínio, restaurantes e clubes, mesmo que o ambiente esteja parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou até toldo. Se os estabelecimentos comerciais desrespeitarem a norma, podem ser multados e até perder a licença de funcionamento.

A norma também extingue os fumódromos e acaba com a possibilidade de propaganda comercial de cigarros até mesmo nos pontos de venda, onde era permitida publicidade em displays. Fica permitida a exposição dos produtos, acompanhada por mensagens sobre os males provocados pelo fumo. Além disso, os fabricantes terão que aumentar os espaços para os avisos sobre os danos causados pelo tabaco, que deverão aparecer em 100% da face posterior das embalagens e de uma de suas laterais.

Será permitido fumar em casa, em áreas ao ar livre, parques, praças, em áreas abertas de estádios de futebol, em vias públicas e em tabacarias, que devem ser voltadas especificamente para esse fim. Entre as exceções também estão cultos religiosos, onde os fiéis poderão fumar, caso isso faça parte do ritual.

Nas Américas, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), 16 países já estabeleceram ambientes livres de fumo em todos os locais públicos fechados e de trabalho: a Argentina, Barbados, o Canadá, Chile, a Colômbia, Costa Rica, o Equador, a Guatemala, Honduras, a Jamaica, o Panamá, Peru, Suriname, Trinidad e Tobago, o Uruguai e a Venezuela. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão, o mais comum de todos os tumores malignos, estão relacionados ao tabagismo. A instituição estima que em 2012 foram diagnosticados mais de 27 mil novos casos da doença, considerada “altamente letal”.

Segundo o epidemiologista e consultor médico da Fundação do Câncer, Alfredo Scaff, o hábito de fumar está ligado não só a cânceres no aparelho respiratório, mas também a outros como de bexiga e intestino e pode causar outras doenças, como hipertensão e doenças reumáticas. “A gente sempre associa o hábito de fumar ao câncer, mas não é só o câncer, são quase 50 doenças que ele pode causar, direta ou indiretamente”. Scaff lembrou que os males podem atingir a pessoa que fuma e a que está ao lado, o fumante passivo.

O epidemiologista conta que enquanto no fim da década de 80, uma pesquisa apontou que cerca de 35% da população adulta eram fumantes, esse número hoje gira em torno de 11%. Para ele, essa redução também se deve à legislação, que impede que as pessoas fumem em qualquer lugar, e às limitações de propaganda. “A entrada em vigor da Lei Antifumo vai limitar o lugar onde a pessoa pode fumar, isso já não permite que ela fume a todo momento. Só para lembrar, um tempo atrás, você podia fumar em avião, no ambiente de trabalho, dentro do cinema, em qualquer lugar podia puxar o cigarro”.

O especialista alerta que as pessoas precisam entender que o hábito de fumar é um vício, uma doença que precisa de tratamento. Ele ressalta que a rede pública disponibiliza em todo o Brasil medicamentos e insumos necessários para quem quer parar de fumar. Para reforçar a importância da Lei Antifumo, a Fundação do Câncer, em parceria com a Aliança de Controle do Tabagismo, lança na semana que vem campanha informativa nas redes sociais. A campanha visa a conscientizar a população sobre o tema e repassar informações sobre a lei.  





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Fonte: Correio Braziliense

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Coletânea de Leis


Contatos do Cofen e dos Conselhos Regionais, Clique aqui!

Código de Ética. RESOLUÇÃO COFEN 311/2007. Aprova a Reformulação do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.

PMAQ-AB » Documentos

Movimento pelas 30 horas da enfermagem, Acesse aqui!

Mobilização em Ação, Clique aqui!

Entenda a importância da regulamentação da jornada de trabalho da enfermagem em 30 horasAprovação do Projeto de Lei 2295/2000. Clique aqui!

PL 2295/2000 - Dispõe sobre a jornada de trabalho dos Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem.   Autor Senado Federal - Lúcio Alcântara - PSDB/CE

LEI No 7.498, DE 25 DE JUNHO DE 1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem, e dá outras providências.

Decreto nº 8.778, de 1946. Regula os exames de habilitação para os Auxiliares de Enfermagem e Parteiras Práticas.

LEI No 2.822, DE 14 DE JULHO DE 1956. Dispõe sôbre o registro de diploma de enfermeiro, expedido até o ano de 1950, por escolas estaduais de enfermagem não equiparadas nos têrmos do Decreto nº 20.109, de 15 de junho de 1931, e da Lei nº 775, de 6 de agôsto de 1949, e dá outras providências.

LEI No 3.640, DE 10 DE OUTUBRO DE 1959. Revigora o Decreto-lei nº 8.778, de 22 de janeiro de 1946, e lhe altera o alcance do art. 1º.

Decreto N 94.406/87 - Regulamentação da Lei nº 7.498/86










































































terça-feira, 28 de outubro de 2014

Varizes: Saiba o que são e como se prevenir delas

Pernas perfeitas

Varizes são veias dilatadas e deformadas, de coloração púrpuro-azulada, que surgem ao longo das pernas e podem causar dor e inchaço. Sua ocorrência é mais comum em pessoas que necessitam ficar em pé por longos períodos. Por Dr. Drauzio Varella

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As veias das pernas, que reconduzem o sangue ao coração após ter irrigado os membros inferiores, possuem válvulas cuja finalidade é impedir o retorno do sangue aos pés pela ação da gravidade. Às vezes, essas válvulas não funcionam com eficiência e o sangue empoça nas veias provocando deformação, inchaço e alterações na sensibilidade da pele.

Nas mulheres, durante a menstruação e na gravidez, principalmente, os sintomas tendem a piorar.

Episódios de maior gravidade podem ocorrer tanto por dilatação das veias profundas quanto das superficiais. Nesses casos de insuficiência venosa, podem surgir edema persistente nos pés, úlceras nas pernas e alterações na pigmentação da pele.

Tratamento

Varizes superficiais podem ser facilmente reconhecidas observando-se a pessoa em pé. O tratamento mais comum é a remoção cirúrgica das veias comprometidas. O cirurgião faz diversas incisões, retira as veias afetadas e protege a(s) perna(s) com bandagens. O procedimento cirúrgico é rápido, o tempo de hospitalização é curto e a recuperação em casa pode durar algumas semanas.

Nos casos de varizes superficiais, é possível injetar drogas para necrosar as veias a fim de que não mais conduzam sangue. Esse procedimento requer normalmente duas ou três aplicações, mas não é indicado para o tratamento de varizes maiores nem para aquelas localizadas em veias profundas.

Seja qual for o tratamento adotado, é recomendável caminhar diariamente para estimular a circulação do sangue e o crescimento de novos vasos saudáveis.

Recomendações

Varizes não costumam provocar complicações mais graves. Nos casos mais sérios, entretanto, para evitar dores, inchaço e problemas de pele, alguns cuidados devem ser tomados:

* Evite ficar de pé, parado na mesma posição, por muito tempo. Se for obrigado a fazê-lo, procure movimentar-se. Isso faz com que os músculos das pernas ajudem o sangue a circular;

* Diversas vezes por dia, procure elevar as pernas acima do nível do coração por alguns minutos para facilitar o retorno do sangue para o centro do corpo;

* Lembre-se de que é muito importante usar meias elásticas. Os resultados serão melhores ainda se você as calçar logo cedo, antes de levantar da cama;

* Ande a pé. Caminhar é fundamental para prevenir varizes.

Advertência

Ferir uma veia com varizes pode provocar sangramento abundante. Nesse caso, deite-se imediatamente e eleve a perna ferida. Comprima o ferimento com uma toalha limpa até que o sangramento estanque. Em seguida, lave com água corrente e sabão e proteja a área com um curativo compressivo.

As varizes predispõem as pessoas à flebite, inflamação dolorosa das veias. Coágulos de sangue podem formar-se nas veias afetadas. Quando um deles se instala numa veia profunda, existe a possibilidade de que um fragmento se desprenda e, deslocando-se pela circulação venosa, alcance o pulmão. Na ocorrência de qualquer inflamação dolorida, acompanhada ou não de endurecimento da área, em uma ou em ambas as pernas, que não desapareça com sua elevação, não perca tempo e procure um médico imediatamente.

No caso de dor intensa e contínua, procure um médico imediatamente. 




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Fonte: Dr. Drauzio Varella

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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Estudo: Crianças que tomam antibiótico antes de 2 anos correm maior risco de obesidade

 
Aumento do risco da obesidade variou entre 2% a 20% 

As crianças que são tratadas com antibióticos de amplo espectro antes dos dois anos de idade enfrentam um risco maior de desenvolver obesidade infantil, alertou um estudo americano publicado nessa segunda-feira (29).

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A pesquisa, publicada no Jornal Pediatrics, da Associação Médica Americana (JAMA), é a mais recente a encontrar um vínculo entre problemas de peso e antibióticos, que podem acabar com as infecções bacterianas, mas também afetam a benéfica microflora intestinal, que coloniza os intestinos.

Especialistas do Hospital Infantil da Filadélfia analisaram dados de saúde de quase 65 mil crianças, tratadas em clínicas de cuidados primários, entre 2001 e 2013. As incluídas no estudo foram acompanhadas por cinco anos.

Mais de dois terços das crianças estudadas foram expostas a antibióticos antes dos dois anos. O aumento do risco da obesidade variou entre 2% a 20% e foi observado, particularmente, em crianças que tinham sido tratadas com antibióticos quatro ou mais vezes aos 2 anos de idade.

Estes antibióticos de amplo espectro, usados para combater uma série de bactérias, também estão relacionados com o risco de problemas de peso na infância.

"Nenhuma associação foi vista entre obesidade e antibióticos de espectro reduzido" destacou o estudo, que descreveu o uso de antibióticos de amplo espectro em crianças abaixo dos dois anos como um fator de uma criança vir a desenvolver obesidade.

O estudo recomendou que diretrizes de tratamento para doenças pediátricas comuns exijam limites no uso de antibióticos e a preferência por medicações de espectro reduzido.

A prescrição inadequada e o uso excessivo destes antibióticos de amplo espectro também foram relacionados com a emergência de cepas de bactérias resistentes a medicamentos.

Nos últimos anos, as autoridades sanitárias americanas têm exigido aos médicos que reduzam a prescrição de antibióticos e também têm tentado educar os pais de que os vírus comuns não podem ser curados com antibióticos.

"Este estudo dá uma outra razão sólida para considerar com mais cuidado as razões para os usos de antibióticos e evitá-los sempre que possível", afirmou Patricia Vuguin, endocrinologista pediátrica do Centro Médico Cohen en New Hyde Park, Nova York.

"Embora seja robusto, o estudo não foi capaz de considerar outras variáveis que contribuem para o risco de obesidade, inclusive dieta, prática de exercícios e histórico familiar de obesidade", acrescentou Vuguin, que não participou do estudo.

As descobertas garantiram que estudos futuros que poderiam levar em conta outros fatores que influenciam a flora intestinal, inclusive o uso de probióticos e amamentação, disse Molly Regelmann, professor assistente de pediatria da Escola de Medicina Icahn do hospital Monte Sinai, em Nova York.



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domingo, 14 de setembro de 2014

Técnicos de enfermagem garantem a vitória nas eleições do COREN-PE

 Técnicos de enfermagem da Chapa 2, garantem a vitória nas eleições do COREN-PE

Após o processo eleitoral ocorrido neste sábado (13/09), perdurando até às 8 horas desse domingo (14/09), o resultado das apurações garantiram a vitória da Chapa 2.

Independente do resultado, o esperado é que prevaleça o interesse da categoria.

Parabéns novos representantes do Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco (COREN-PE)!

Vídeo usado na campanha da chapa 2:






Dados das eleições


Prontos para um novo desafio!

Notícias anteriores

Eleições do Coren-PE 2014


Aviso aos profissionais de enfermagem de Pernambuco

Com a proximidade do período das eleições do sistema, o Conselho Federal de Enfermagem divulga a Decisão Cofen nº 104/2014 que, entre outras coisas, estabelece a data de realização do pleito eleitoral para o triênio 2015/2017.

De acordo com a decisão 18 de julho de 2014 é o prazo final para os eleitores estarem adimplentes com suas anuidades junto ao Regional que está inscrito, sendo esta condição necessária para tornar-se apto ao voto.

Diferente dos anos anteriores, este ano o voto será on-line, não necessitando de deslocamentos a urnas eleitorais.

Leia na íntegra a Decisão Cofen nº 104/2014, esteja ciente das regras para a regularidade do voto e evite sanções decorrentes do não cumprimento das normas legais, a exemplo da multa eleitoral.

Eleições do Coren-PE 2014


Com a proximidade das Eleições 2014 dos Conselhos Regionais de Enfermagem, fique atento à importantes  informações a respeito do pleito:

• NÃO haverá possibilidade de votar na sede do COREN/PE e subseções conforme Art. 7, § 1º do Regulamento das Eleições por Internet aprovado pela Resolução Cofen Nº 428 de 9/05/2012.

• Durante as 24 horas de eleição, ou seja, das 8:00 horas do dia 13 às 8:00 horas do dia 14 de setembro de 2014, a sede do COREN/PE funcionará em regime de plantão, apenas para auxiliar eleitores aptos, que estejam com problemas de acesso.

• A simulação no site da eleição ficará disponível somente até o dia 10/09/2014.

• Apenas para o INSCRITO REMIDO O VOTO NÃO É OBRIGATÓRIO.

• Quem parcelou a anuidade poderá votar, desde que tenha estado adimplente das parcelas na data 18/07/2014, conforme Decisão Cofen 104/2014.

• Quem estiver inadimplente deverá justificar o voto pela internet no prazo regulamentar (até 30 dias após as eleições).

• O valor da multa para o eleitor que deixar de votar, sem justa causa, será a quantia equivalente ao valor atualizado da anuidade de seu nível profissional, conforme resolução cofen 355/2009. Art. 29 do Código Eleitoral dos Conselhos de Enfermagem e Art. 12, § 2º, da Lei 5.905/1973.

• O profissional que NÃO constar na base dados não precisará justificar, visto que não possui obrigatoriedade de votar.

• Eleitores que possuem mais de um registro no Coren, deverão votar em cada um de seus registros, devendo justificar ausência de voto por registro para não pagar multa, pois para cada Inscrição Definitiva Principal Ativa Regular, o Profissional deverá votar ou justificar sua ausência de voto.
 



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