Enfermagem

quinta-feira, 24 de abril de 2014

24 de abril – Dia Internacional do Jovem Trabalhador

Em 24 de abril comemora-se o dia internacional do Jovem Trabalhador. O objetivo da data é ressaltar a importância dos jovens no mercado de trabalho mundial.

Esta celebração também procura romper preconceitos sobre a contratação de funcionários sem experiência, mostrando para os empregadores que a juventude tem muito a acrescentar ao mercado de trabalho.

Os argumentos a favor dos jovens dizem que as novas ideias contribuem com o avanço dos negócios, e que o recrutamento de pessoas fora do mercado pode ser a chave para a descoberta de novos talentos.

Brasil - Atualmente, pesquisas sugerem novos posicionamentos em relação ao desemprego em nosso país - a taxa de desemprego cai no Brasil há mais de uma década. Isso acontece porque os jovens estão decidindo estudar por mais tempo antes de procurarem o primeiro emprego; assim, entram mais preparados no mercado de trabalho e conseguem salários mais altos.

O “Pra Pensar” produziu no começo do ano um programa voltado especialmente para os jovens profissionais. Nele, os entrevistados contam como estão se preparando para o futuro e uma profissional de Recursos Humanos dá dicas sobre entrevistas de emprego. Confira abaixo:

O que diz a Constituição – A Constituição Brasileira, por meio da emenda nº 20, de 1998, proíbe a realização de qualquer trabalho por menores de 16 anos, exceto na condição de aprendizes, a partir de 14 anos. O Estatuto da Criança e do Adolescente, em vigor desde 1990, exige o acesso e a frequência obrigatória no ensino regular e que as atividades exercidas sejam compatíveis com o desenvolvimento dos jovens. A Lei do Aprendiz trata de um contrato especial de trabalho, com tempo determinado de no máximo dois anos, direcionado a jovens com idades entre 14 e 24 anos.





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Fonte:  a12.com

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Legislativo defenderá regulamentação das 30 horas para enfermagem


Legislativo de Santo Angelo defenderá regulamentação das 30 horas para enfermagem

Auxiliares de enfermagem estiveram reunidos na Câmara de Vereadores de Santo Angelo para debater sobre os encaminhamentos relacionados às reivindicações da classe. Conforme a vereadora Jacqueline Possebom (PDT), responsável pela realização da reunião, dentre as solicitações apresentadas está a regulamentação da jornada de trabalho de 30 horas para enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem e a alteração do piso salarial no município.

Ainda no ano passado, a Câmara de Vereadores promulgou projeto de lei, vetado pelo Executivo Municipal, que prevê a redução de 36 para 30 horas semanais. Tal projeto foi apresentado por Jacqueline e pelo vereador Everaldo de Oliveira (PDT). De acordo com a vereadora, a situação tem gerado grandes transtornos à classe. “A diminuição da carga horária é positiva não só por questões profissionais, mas também para a saúde de quem trabalha na área e para a melhoria do atendimento à comunidade”, avalia Jacqueline.

Durante o encontro, ficou acertada a realização de reunião com o Prefeito Municipal no sentido de solicitar uma maior sensibilidade para com a causa. Nesse sentido, representantes da categoria e da Casa Legislativa deverão participar de audiência, junto ao Executivo Municipal, na próxima semana.





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Fonte: radioprogresso.com.br

Regulamentação da profissão de enfermeiro com 30 horas semanais


Ricardinho tenta acelerar votação da regulamentação da profissão de enfermeiros  

Tramita na Câmara de Mauá projeto de lei que regulamenta a profissão de enfermeiro com 30 horas semanais de trabalho. A mesma proposta chegou a ser apresentada e aprovada pelo Legislativo de Santo André. Porém, o tema gerou polêmica e motivou o prefeito Carlos Grana (PT) a propor veto e a Casa aceitar sobre a lei do vereador Sargento Lobo (Solidariedade).

Autor da proposta, o vereador Ricardo Manoel de Almeida, o Ricardinho da Enfermagem (PTB), que já trabalhou como enfermeiro, disse que a falta de regulamentação da categoria tem imposto longas jornadas de trabalho. “Recebe pedidos de socorros desses trabalhadores constantemente. Eles trabalham 24 horas, saem de um plantão e vão para outro. Não tem condição de prestar um serviço de qualidade dessa forma”, explicou o petebista.

Ricardinho alegou enfrentar dificuldades para acelerar a tramitação do projeto, pois não há interesse do poder público em regulamentar a profissão. “Vejo que não há vontade política em votar esse projeto. Mas é necessário. Se o enfermeiro errar por estar cansado do excesso de trabalho, isso pode custar uma vida”, completou. A regulamentação representaria prejuízo para o setor público, que não poderia reduzir os vencimentos, mas teria que aumentar o efetivo.

A proposta de Ricardinho é uma reprodução de projeto de lei que está emperrado no Congresso desde 2000. Se a enfermagem fosse regulamentada, os municípios teriam que adequar suas legislações, mas como a proposta não anda, a argumentação das prefeituras é de que seria inconstitucional fazer a regulamentação.

Foi o que ocorreu em Santo André quando o prefeito Grana vetou a regulamentação. O primeiro argumento do petista foi que a iniciativa teria de partir do Executivo e não de um vereador. O segundo ponto foi o fato de haver discussão nacional para reduzir de 40 horas para 36 horas de trabalho na enfermagem em acordo com o Ministério do Trabalho.





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Fonte: dgabc.com.br

terça-feira, 22 de abril de 2014

Técnica de enfermagem que fará transplante de rim pede ajuda para custear despesas de estadia em SC



                                         Lurdirene faz hemodiálise no HGP desde 2012

Ela ressaltou que toda a cirurgia será bancada pelo SUS, mas Estado leva de 2 a 3 meses para reembolsá-la dos gastos com hospedagem e alimentação

A técnica de enfermagem Lurdirene Barros Damaseno, 37 anos, lotada na Unidade de Pronto Atendimento Norte (UPA), em Palmas, precisa fazer um transplante de rim, mas, segundo ela, não tem condições financeiras para arcar com as despesas da estadia em Santa Catarina, onde a cirurgia será realizada.

“A minha irmã, Antônia Barros Damasceno, 43 anos, fez o teste de compatibilidade e o resultado foi positivo. Agora, estamos esperando conseguir a quantia de R$ 5 mil para pagar as despesas de hospedagem e alimentação. Desde que médicos descobriram que meus rins murcharam, é que faço hemodiálise três vezes por semana no Hospital Geral de Palmas. Comecei o tratamento em 2012”, contou.

Segundo ela, esse custo com hospedagem e alimentação é reposto pelo Estado, mas leva de dois a três meses devido o trâmite burocrático necessário para o reembolso. Contudo, Lurdirene fez questão de ressaltar que todo o procedimento cirúrgico é pago pelo Sistema Único de Saúde (SUS). "Só preciso do dinheiro para pagar a hospedagem e alimentação minha e de minha irmã, que será a doadora", disse.

Lurdirene é natural de Barra do Corda (MA) e tem dois filhos. Uma com 18 anos e um com 3 anos. Ela reside em Palmas desde 1992.

A enfermeira contou que amigos sugeriram que comprasse algum produto e fizesse uma rifa para levantar a quantia que necessita para a cirurgia. “Peço que as pessoas me ajudem, não importa com que quantia. Quero apenas continuar viva para criar os meus filhos. Abri duas contas e quem puder me socorrer pode depositar no Banco do Brasil, agência 1867-8 e conta: 49126-8 ou na CEF, agência 2525 – operacao 013 e conta 19642-0”, enfatizou.

Lurdirene contou que a cirurgia será feita no Hospital São José, em Joinville Santa Catarina. “A assistente social do HGP me informou que está quase tudo pronto. Estamos aguardando a data, e, principalmente, a caridade dos palmenses”, disse.






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Fonte:  clebertoledo.com.br

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A origem da Páscoa e de diversos símbolos associados a ela.


 São os votos de todos que fazem a MONAENF - Mobilização Nacional da Enfermagem

O nome Páscoa surgiu a partir da palavra hebraica “pessach” (“passagem”), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para “abrir passagem” aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida).

Ainda hoje a família judaica se reúne para o “Seder“, um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas.

 A travessia do Mar Vermelho sugere a origem da palavra Páscoa (pessach – passagem)

Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria [2] .

Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da Páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos.


Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.

Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.

Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.


OVOS DE PÁSCOA
Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a Páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.

A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.

A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.


COELHO
O coelho é um mamífero roedor que passa boa parte do tempo comendo. Ele tem pêlo bem fofinho e se alimenta de cenouras e vegetais. O coelho precisa mastigar bem os alimentos, para evitar que seus dentes cresçam sem parar.


Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.

CORDEIRO
O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.


Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro.

Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: “morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida”. É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.

CÍRIO PASCAL
É uma grande vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que “Cristo é a luz dos povos”.

Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto grego”alfa” e “ômega”, que quer dizer: Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal.

O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.

GIRASSOL

O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.
O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astrorei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.


PÃO E VINHO
O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.

                                “Tomai e comei, este é o meu corpo… Este é o meu sangue…”

Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da páscoa num lugar seguro.

Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da páscoa. Esta foi a Última Ceia de Jesus.

A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: “Tomai e comei, este é o meu corpo… Este é o meu sangue…”. O Senhor “instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se come Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura” [3].

A páscoa judaica lembra a passagem dos judeus pelo mar vermelho, em busca da liberdade.

Hoje, comemoramos a páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição.

COLOMBA PASCAL

O bolo em forma de “pomba da paz” significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.

SINO
Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.

O sino é um símbolo da páscoa. No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.

QUARESMA

Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.

ÓLEOS SANTOS

Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para nós cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para vivermos o evangelho de Jesus Cristo.

Fontes:
[1] Baseado na Coleção Descobrindo a Páscoa, Edições Chocolate.
[2] A vitória da Páscoa, Georges Chevrot, Editora Quadrante, São Paulo, 2002
[3] Vida Eucarística, José Manuel Iglesias, Editora Quadrante, São Paulo, 2005





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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Sete maneiras de evitar desconforto e dor durante o sexo

Dor durante o sexo, os motivos podem ser os mais diversos

Relaxar e sempre conversar com seu parceiro ajuda muito para a hora H ser muito mais prazerosa

Quando o assunto é sexo, um aspecto é consenso: o ato é sempre prazeroso... Ou será que não? Na verdade, muitas mulheres, principalmente, reclamam de dor na hora de relação. E um ato que era para levá-la até o céu acaba se tornando um verdadeiro inferno!

A questão é mais prevalente do que imaginamos, e acaba sendo um caso médico. "Nós chamamos isso de dispaurenia. Em grande parte das vezes é de causa orgânica, por isso recomendamos o Papanicolau a cada seis meses ou um ano", explica o ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Jr., professor e médico do ambulatório de sexologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). E essas motivações do próprio corpo são diversas: pode variar desde bactérias, até feridas na região da vulva ou mesmo endometriose! Por isso, o primeiro passo é deixar a vergonha de lado e consultar um médico para falar sobre o assunto.

E muitas vezes a questão não precisa nem de medicação! O problema pode estar em diversos outros fatores que vale discutir com seu ginecologista. Enumeramos alguns deles, para você ficar de olho!

Lubrificantes podem ajudar

Muitas mulheres têm problemas para alcançar a lubrificação adequada. Resultado: na hora da penetração, o atrito do pênis com a vagina causa muito desconforto, quando não há dor também! "Pode haver fissura na região da entrada da vagina, uma ferida que se abre em quem tem dificuldade de lubrificação", relata a ginecologista Flávia Fairbanks, especialista em sexualidade humana e endometriose e membro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp).

As causas dessa dificuldade podem ser variadas. "São todas causas biopsicossociais. Desde cedo ela aprende que ela pode ser mal interpretada se gostar de sexo. Alguns medicamentos ressecam a parede vaginal. E a mulher na menopausa tem pouca lubrificação também", enumera Amaury Mendes Jr., ginecologista e terapeuta sexual, professor e médico do ambulatório de sexologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Por isso, o sexólogo recomenda o uso de lubrificantes sempre, para garantir o prazer. O ciclo menstrual também pode ajudar ou atrapalhar. "As variações hormonais também podem alterar a lubrificação", ressalta o ginecologista Augusto Bussab, especialista em fertilização humana.

É importante, porém, que isso seja dialogado, já que muitos homens não aceitam a ideia, por acharem que isso os torna incompetentes. Os tipos de lubrificantes mais indicados são a vaselina ou os feitos com solução aquosa. E muito se engana quem acha que só de usar a camisinha o problema se resolve... O lubrificante que ela traz não é suficiente. 





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Fonte:  Por Nathalie Ayres - minhavida.com.br

Vem aí o 1º Congresso Paulista do COREN-SP


Com o objetivo de incentivar o profissional de enfermagem a expandir seus conhecimentos técnicos, intensificar a troca de experiências e promover o debate sobre a carreira, será promovido, de 23 a 26 deste mês, no Palácio das Convenções do Anhembi, o 1º Congresso Paulista do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo.

A iniciativa do COREN-SP deve reunir cerca de 2.500 profissionais.

Com o tema “O cuidar ético, responsável e competente da Enfermagem”, o Congresso tem parceria com várias sociedades de Enfermagem.  “Queremos proporcionar aos profissionais que estão na base, na assistência, a possibilidade de aprimoramento dos seus conhecimentos científicos, para que as informações recebidas sejam multiplicadas no ambiente de trabalho”, destaca a Primeira-Tesoureira Danielle Ginsicke, uma das organizadoras do Congresso.

O Congresso será composto por conferências, no período da manhã, tendo como enfoque assuntos em evidência, e workshops, na parte da tarde, organizados pelas sociedades de enfermagem. Cada inscrito tem direito a participar de um workshop de escolha, sem custo adicional.  Além das discussões em mesas-redondas e dos workshops, os profissionais terão oportunidade de trocar experiências por meio da apresentação de trabalhos científicos e relatos de experiências. Paralelamente ao evento, haverá uma feira coordenada pelas sociedades para apresentação das novidades do segmento.

Um dos destaques do Congresso é a palestra da premiada jornalista norte-americana Suzanne Gordon, que abordará os problemas de comunicação mais comuns no ambiente de trabalho da enfermagem. Autora de 12 livros e colunista dos principais jornais americanos (New York Times, Los Angeles Times, Washington Post), Gordon é uma das maiores defensoras da causa da Enfermagem.

Serviço:

1º Congresso Paulista do Conselho Regional de Enfermagem

Data: 23 a 26 de abril.

Horário: quarta, das 12h às 19h; quinta, das 9h às 18h; sexta, das 9h às 20h; sábado, das 9h às 13h.

Local: Palácio das Convenções do Anhembi – Hall Nobre 3.

End.: Av. Olavo Fontoura, 1209 – Anhembi – Santana – zona Norte – São Paulo.

Preço: R$ 25 para auxiliares de enfermagem, R$35 para técnicos de enfermagem e R$ 50 para enfermeiros e obstetrizes.



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Fonte:  congresso.coren-sp.gov.br

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