Enfermagem

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Técnico em enfermagem é condenado a 28 anos de prisão por estupros no RJ

Polícia do RJ pede prisão de enfermeiro suspeito de abusos. Veja o vídeo aqui!

Brivaldo Francisco Xavier Júnior foi acusado de estuprar duas vezes a mesma paciente internada no CTI do Hospital Quinta D'Or

O juízo da 27ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) condenou o técnico de enfermagem Brivaldo Francisco Xavier Júnior a 28 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, por ter estuprado duas vezes a mesma paciente, internada no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Quinta D'Or, na zona norte do Rio. Na sentença, o juiz Flavio Itabaiana de Oliveira Nicolau considerou que os crimes se deram em concurso material, já que foram cometidos em mais de uma ação - sendo uma ocorrida na noite de 10 de maio de 2013 e a outra durante o banho da vítima, dois dias depois.

"O réu praticou mais de um delito, sendo certo que inexiste continuidade delitiva, ou seja, não pode o segundo delito ser considerado continuação do primeiro, em virtude de as infrações penais não terem sido perpetradas nas mesmas condições de tempo e maneira de execução, pois, no primeiro crime, o réu se aproveitou da pouca vigilância do período noturno para se satisfazer sexualmente, enquanto que, no segundo, perpetrado durante o dia, o réu utilizou um ardil para fazer com que a técnica de enfermagem que o acompanhava saísse do local do banho da vítima para que ele pudesse praticar os atos libidinosos narrados na peça vestibular", afirma o magistrado em sua decisão.

Se os crimes fossem qualificados como continuidade delitiva, a pena do acusado cairia consideravelmente, pois, neste caso, seria fixada uma pena para a primeira ocorrência e, quanto à segunda, acrescidos somente um sexto. Com a aplicação do instituto do concurso material, o juiz Flavio Itabaiana estabeleceu a pena-base em 12 anos de reclusão, com a agravante de se tratar de um crime perpetrado com violação de dever inerente à profissão do réu, elevando a pena de cada delito para 14 anos - totalizando 28.

A sentença fundamenta a aplicação da pena por conta da reprovabilidade da conduta do acusado, uma vez que ele se aproveitou da condição de técnico de enfermagem para cometer os abusos narrados na denúncia, lembrando ainda que a vítima declarou em juízo "ter ficado angustiada com o ocorrido, pois tinha medo do que lhe podia acontecer em outras ocasiões, enquanto ainda estava no CTI, caso contasse algo para algum colega do réu, não se podendo perder de vista, ainda, que o companheiro da vítima destacou que esta, após sair do CTI, ou melhor, já fora do hospital, teve períodos de depressão em razão do ocorrido".


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Enfermeiro como parceiro do projeto de saúde do cidadão

Dirigente da Ordem dos Enfermeiros entende que o enfermeiro deve assumir parceria com o cidadão

Pombal 97 fm / Saúde – O enfermeiro deve assumir-se, cada vez mais, como o parceiro do projecto de saúde de cada cidadão, e não abdicar do adequado reconhecimento das suas competências pelos vários sectores da sociedade, defende a dirigente da Ordem dos Enfermeiros (OE), Isabel Oliveira.
Para a presidente do Conselho Diretivo Regional da Secção Regional do Centro (SRC) da OE, “mais do que cuidar, o enfermeiro deve assumir com o cidadão uma parceria que produza bons resultados, em segurança, durante todo o ciclo de vida”. “Mais do que dizer que os enfermeiros executam, diz-se que os enfermeiros gerem e capacitam… nada melhor do que capacitar cada indivíduo a responder aos seus problemas ou dependências, enfim, dar-lhe ferramentas para ser mais independente e mais feliz”, preconiza a dirigente, no editorial da revista “Enfermagem e o Cidadão”, que a SRC distribui gratuitamente, nos seis distritos da Região Centro, na próxima segunda-feira.

Para atingir esses objectivos, refere Isabel Oliveira, “o trabalho está constantemente a ser monitorizado, identificando lacunas, corrigindo erros, introduzindo alterações, inovando para melhorar todos os dias”. Essa monitorização baseia-se em padrões de qualidade definidos pela OE.

Trata-se de estruturas orientadoras de processos que sustentam e conduzem, de forma contínua, à qualidade e segurança dos cuidados que os enfermeiros prestam, tendo em vista ganhos em saúde mais duradoiros.

“Os padrões de qualidade dos cuidados de enfermagem pretendem a sua satisfação, a promoção da sua saúde, o seu bem-estar e auto-cuidado, a prevenção de complicações, a sua readaptação funcional, tudo isto numa organização de cuidados promotora da qualidade”, explica.

Nesses princípios, acentua Isabel Oliveira, se baseia o compromisso da parceria que cada enfermeiro assume com o cidadão, para o acompanhar na gestão da sua saúde. Admite, também, que “o real papel do enfermeiro no Sistema Nacional de Saúde e na vida de cada pessoa, ainda não é devidamente percepcionado pela opinião pública, e até pelos próprios decisores políticos, que ainda pensam que estes profissionais “são meros tarefeiros subjugados a alguém”.

“Tornar-se mais visível, reconhecida, incontornável e valiosa é o grande desafio da enfermagem actual. Não é um processo fácil, pois a criação de indicadores que traduzam, fielmente, tudo o que o enfermeiro produz continuamente, 24 sobre 24 horas, 365 dias por ano e o impacto que isso traz para os indivíduos, comunidades e mesmo para o País, é uma tarefa enorme”, conclui. Fonte: pombal97.com


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O Enfermeiro como parceiro do projeto de saúde do cidadão

LISBOA – O enfermeiro deve assumir-se cada vez mais como o parceiro do projeto de saúde de cada cidadão, e não abdicar do adequado reconhecimento das suas competências pelos vários setores da sociedade, defende a dirigente da Ordem dos Enfermeiros (OE) Enfª Isabel Oliveira.

Para a presidente do Conselho Diretivo Regional da Secção Regional do Centro (SRC) da OE, mais do que cuidar, o enfermeiro deve assumir com o cidadão uma parceria que produza bons resultados, em segurança, durante todo o ciclo de vida.

“Mais do que dizer que os enfermeiros executam, diz-se que os enfermeiros gerem e capacitam… nada melhor do que capacitar cada indivíduo a responder aos seus problemas ou dependências, enfim, dar-lhe ferramentas para ser mais independente e mais feliz”, preconiza a dirigente no editorial da revista Enfermagem e o Cidadão, que segunda-feira a SRC distribui gratuitamente nos seis distritos da Região Centro.

Para atingir esses objetivos – refere a Enfª Isabel Oliveira – o trabalho está constantemente a ser monitorizado, identificando lacunas, corrigindo erros, introduzindo alterações, inovando para melhorar todos os dias. Essa monitorização baseia-se em padrões de qualidade definidos pela Ordem dos Enfermeiros.

Trata-se de estruturas orientadoras de processos que sustentam e conduzem de forma contínua à qualidade e segurança dos cuidados que os enfermeiros prestam, tendo em vista ganhos em saúde mais duradoiros.

“Os padrões de qualidade dos cuidados de enfermagem pretendem a sua satisfação, a promoção da sua saúde, o seu bem-estar e autocuidado, a prevenção de complicações, a sua readaptação funcional, tudo isto numa organização de cuidados promotora da qualidade”, explica a presidente do Conselho Diretivo Regional da SRC da OE, no editorial dirigido aos cidadãos leitores da revista.

Nesses princípios – acentua – se baseia o compromisso da parceria que cada enfermeiro assume com o cidadão, para o acompanhar na gestão da sua saúde.

A Enfª Isabel Oliveira admite que o real papel do enfermeiro no Sistema Nacional de Saúde e na vida de cada pessoa ainda não é devidamente percecionado pela opinião pública, e até pelos próprios decisores políticos, que ainda pensam que estes profissionais “são meros tarefeiros subjugados a alguém”.

Na sua opinião, isso acontece porque a enfermagem ainda não foi capaz de demonstrar a sua valia fiel e cabalmente em números ou indicadores.

“Tornar-se mais visível, reconhecida, incontornável e valiosa é o grande desafio da enfermagem atual. Não é um processo fácil, pois a criação de indicadores que traduzam fielmente tudo o que o enfermeiro produz continuamente, 24 sobre 24 horas, 365 dias por ano e o impacto que isso traz para os indivíduos, comunidades e mesmo para o país é uma tarefa enorme”, conclui.

A revista Enfermagem e o Cidadão é uma publicação da SRC elaborada por enfermeiros, que através dela transmitem informações de promoção da saúde e de educação para a saúde. É distribuída gratuitamente nos seis distritos do centro de Portugal em concertação com jornais de difusão nacional.

“Ser Enfermeiro”, “Emigração de Enfermeiros”, “A Sustentabilidade do SNS”, “E Quando Tenho Dores…?, “As Úlceras de Pressão na Comunidade”, “Síndrome de Morte Súbita no Latente”, “A Influência do Suporte Social do Pai no Envolvimento Emocional com o Bebé”, “Enfrentar o Frio em Segurança” e o relato de uma enfermeira portuguesa na Alemanha são alguns dos artigos de Enfermagem e o Cidadão. Fonte: local.pt


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Bombeiro não parou em preferencial e ficou transtornado com morte

O subtenente do Corpo de Bombeiros atropelou a motocicleta Honda Biz 

Edivaldo Bitencourt e Filipe Prado
O subtenente do Corpo de Bombeiros, que conduzia um veículo Gol, não respeitou a preferencial, atropelou a motocicleta Honda Biz e matou o motociclista Joelson Corrêa Oliveira. Após a tragédia no Conjunto Parati, o militar ficou transtornado e foi encaminhado por moradores ao posto de saúde.

Por volta das 13h de hoje, o Gol, placas HTQ-2207, conduzido pelo bombeiro, trafegava na Rua Bandolim, quando não parou na preferencial e bateu na Honda Biz, placa NKO-0262, conduzido por Oliveira. O piloto foi parar embaixo de um carro estacionado, que pertence a técnica de enfermagem Neide Palma, 57.

Ela contou que chegou em casa e ouviu o barulho da colisão. A técnica em enfermagem achou que tinham batido no seu carro e saiu para ver, quando encontrou o motociclista embaixo do veículo.

O subtenente estava transtornado. “Ele dizia que tinha salvado muitas vidas e não tava conseguindo salvar essa”, contou Neide, que pegou o motociclista inconsciente e tentou ajudá-lo. Em seguida, ele começou a tossir e obteve auxílio para não se afogar. Uma vizinha atendeu o bombeiro e o encaminhou para o posto de saúde.

Após alguns minutos, o motociclista não resistiu e morreu antes de receber os primeiros atendimentos médicos. “É chocante, mesmo estando habituada (a trabalhar no hospital), não estou preparada para essa situação (de ver alguém morrer nos seus braços)”, contou a técnica de enfermagem.

O motociclista, segundo um amigo que o identificou, Maurício Costa, 53, reside na Vila Nha-Nhá e trabalha como autônomo.

O Bptran (Batalhão da Polícia de Trânsito) está no local orientando o trânsito. Segundo Neide, é comum acidentes no cruzamento, mas não com essa gravidade.
Campo Grande News


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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

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Paraíba vai proibir contratação de cooperativas médicas

Denúncia do Fantástico, que mostrou irregularidades em vários estados faz Paraíba 
proibir contratação de cooperativas médicas

O Ministério Público do Trabalho cobrou providências de prefeituras após uma denúncia do Fantástico, que mostrou irregularidades em vários estados. Veja o vídeo aqui!

 Você viu no Fantástico do último domingo (8): cooperativas médicas são contratadas pelos municípios para fornecer profissionais de saúde. Mas faltam médicos nessas cidades. E algumas cooperativas agem na clandestinidade. Esta semana, o Ministério Público do Trabalho foi à Bahia cobrar providências.

“Já há uma irregularidade na contratação. E há irregularidade também porque o serviço não é prestado. Então nós estamos diante de uma fraude muito grande e a nossa investigação vai ser aprofundada”, declara o procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo.

A prefeitura de Araci, na Bahia, onde uma paciente esperou quatro meses por uma consulta, disse em nota que vem ampliando a oferta de serviços com o programa federal "Mais Médicos".

Em Candeias, também na Bahia, a consulta de uma criança foi feita em três minutos e meio. A prefeitura instaurou sindicância no dia seguinte à exibição da reportagem.

No pronto-socorro de Carapicuíba, na Grande São Paulo, um ortopedista levou 12 segundos ouvindo as queixas da paciente e o resto do tempo escrevendo no receituário. Total da consulta: um minuto e quatro segundos. A secretária de Saúde afirma que o médico é funcionário do município e que tinha sido orientado a atender bem os pacientes.

“O que nós preconizamos é que acolha esse paciente, que esse paciente sente na cadeira, faça a sua queixa, seja ouvido pelo profissional e daí passar para os procedimentos seguintes. Através da análise do prontuário nós vamos tomar as medidas cabíveis para este profissional, que pode ser advertido ou até mesmo demitido”, afirma Simone Monteaperto.

Em um estudo divulgado em novembro, o Tribunal de Contas da União condenou a terceirização da saúde pública.

“Se não tiver uma boa supervisão, o que poderá acontecer com a terceirização serão desvios e fraudes. Se liberam recursos para se atender através da saúde, mas na verdade a população não está sendo atendida”, avalia o presidente do TCU, Augusto Nardes.

Em 2014, a Paraíba será o primeiro estado brasileiro a proibir a contratação das cooperativas médicas.

“A responsabilidade de administrar o sistema público de saúde é do poder público”, diz o procurador do Trabalho Eduardo Varandas.

O Estado terá que abrir concursos públicos.

“A gente vai ter que apresentar um planejamento e cumprir as escalas de plantões médicos em todos os hospitais do estado”, destaca o secretário de Saúde da Paraíba, Waldson de Souza.

Em 2013, 300 cirurgias infantis foram adiadas na Paraíba por falta de equipes médicas.

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Sindsaúde classifica maternidade do Amapá como suja e desorganizada

 
Falha na pintura de parede próxima ao leito na maternidade Mãe Luzia, em Macapá. Foto: Divulgação/Sindsaúde

Após vistoria realizada nesta sexta-feira (13) no Hospital da Mulher Mãe Luzia, em Macapá, o Sindicato de Enfermagem e Trabalhadores da Saúde do Amapá (Sindsaúde), classificou a única maternidade do Amapá como "suja e desorganizada" devido ao estado em que foram encontradas algumas enfermarias, com lixo nas paredes e no chão, além de equipamentos em locais inapropriados.

Entre os flagrantes, estava o de uma enfermaria destinada as grávidas em alto risco de parto, onde foi encontrada nas janelas fezes e penas de pombo, que podem "contaminar o ambiente e causar agravo de estado", explicou a presidente do Sindsaúde, Maria Leia Nunes, que foi acompanhada de membros do Conselho Regional de Enfermagem (Coren).

"Encontramos um descaso dentro da unidade, profissionais e pacientes não tem condições adequadas de assepsia, o que favorece a contaminação. Não é somente nesses locais, tanto o banheiro, quanto a sala onde repousam os profissionais de enfermagem estão com poucas condições de uso", ressaltou Maria, que enviará um relatório à Secretaria do Estado da Saúde (Sesa) cobrando providências.

O diretor do Hospital Mãe Luzia José Ivo Melo, justificou que a limpeza da instituição é feita por empresas terceirizadas que constantemente suspendem as atividades em busca de pagamento, o que impossibilita uma regularidade na higienização da unidade que atende cerca de 200 mulheres diariamente.

"Toda a limpeza na rede hospitalar é terceirizada, a empresa que atua no serviço está através de decisão judicial, por isso não é realizada uma nova licitação, o que resulta nisso: banheiros mal limpos, fachada suja e falta de materiais de limpeza. A Sesa está próximo de realizar a retirada dessa empresa para contratar um novo serviço", explicou Melo.

Outro ponto destacado pela vistoria foi o baixo número de profissionais como enfermeiros e obstetras atuando na maternidade. Mesmo com as chamadas que estão sendo feitas do concurso público realizado pela Secretaria de Saúde em 2012, ainda sim, o quadro de funcionários será deficiente em algumas áreas dentro do Mãe Luzia, explicou o diretor.

"Temos que atender medidas de número de médicos e enfermeiros do Conselho Regional de Medicina (CRM) e do Governo Federal. Hoje não conseguimos atender a nenhuma dessas demandas, temos um déficit de 25% em relação à quantidade adequada de funcionários. Com o concurso, vamos suprir a carência de técnicos de enfremagem, mas de médicos como obstetras e fisioterapeutas, não vamos conseguir, pois não foram preenchidas todas as vagas", frisou.

O Sindsaúde e o Coren já realizaram fiscalização semelhante na última quarta-feira (11) no Hospital de Emergências de Macapá (HE), onde foi constatada a lotação das enfermarias, com a colocação de pacientes nos corredores.

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Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Uma mega rede voltada aos Agentes de Saúde (ACS e ACE)  
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Fonte: John Pacheco/G1

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