Enfermagem

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Mais 238 técnicos de enfermagem tomam posse nesta quarta-feira

Novos servidores começam a trabalhar em 27 de novembro

Mais 238 técnicos de enfermagem, aprovados em concurso público, tomam posse na quarta-feira (20), a partir das 9h, no auditório do edifício-sede da Secretaria de Saúde, localizado no Setor de Áreas Isoladas Norte.  

O atendimento para os profissionais cujo nome começa com a letra de A a J começa pela manhã, e para aqueles que se inicia com K até Z a recepção ocorrerá a partir das 14h.  

Com a posse, os novos servidores começam a reforçar o quadro de atendimento nas unidades públicas de saúde a partir de 27 de novembro, quando realizarão o ato de exercício, entre 8h e 17h, no auditório da SES.


Segundo a gerente de Educação em Saúde (GES) da SES/DF, Claudia Gemaque Rebelo, a avaliação dos novos servidores foi feita com base nos temas estrutura organizacional, direitos e deveres, ética no serviço público, Sistema Único de Saúde, humanização e motivação. Fonte: noticias.r7.com/distrito-federal

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Coren interdita Hospital Regional de Socorro

Só casos de urgência são atendidos em unidade de saúde

 O Conselho Regional de Enfermagem (Coren) promoveu a interdição ética parcial no Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro. A interdição ética ocorreu na manhã desta sexta-feira, 22. Como consequência, estão sendo atendidos apenas os casos de urgência e emergência no pronto socorro da unidade.

O comunicado à direção do Hospital Regional e à Secretaria de Estado da Saúde foi feito pessoalmente pela presidente do Conselho Regional de Enfermagem Gabryella Garibalde Santana Resende. Ela explica que a interdição ética ocorre devido à falta de segurança na unidade, que já registrou vários casos de ameaças aos profissionais que trabalham naquele hospital.


Aos jornalistas que acompanharam o ato de interdição ética, a presidente do Coren informou que a superintendência do hospital e os gestores da Secretaria de Estado da Saúde e da Fundação Hospitalar de Saúde foram notificados em dois momentos distintos com o objetivo de corrigir as deficiências detectadas nas sucessivas fiscalizações realizadas pelo Conselho.

 Segundo a presidente, a primeira notificação ocorreu no dia primeiro deste mês e a segunda no último dia 11. Apesar das notificações, segundo a presidente do Coren, as deficiências permaneceram. “A interdição ética é o último recurso”, ressaltou a presidente, destacando que as atividades só serão normalizadas quando as deficiências forem corrigidas.

Nota

A Fundação Hospitalar de Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde se manifestaram em nota encaminhada à imprensa. Na nota, a diretoria executiva da Fundação Hospitalar de Saúde observa que a intervenção “configura um ato de abuso” e que a interdição é um ato político que passa pelo interesse no processo eleitoral para a escolha da nova diretoria. “Esta medida visa resgatar parte da legitimidade perante a categoria. Se tal medida o Coren quiser adotar nos demais hospitais públicos e privados, como ficará o atendimento à população sergipana nos hospitais?”, questiona a FHS, na nota.

 A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que recebeu solicitação do Conselho Municipal de Saúde de Nossa Senhora do Socorro para reforçar a segurança na unidade. “A demanda foi encaminhada à Secretaria de Segurança Pública, já que, apesar dos vigilantes que trabalham na unidade, eles pedem um posto policial”, informa a secretaria, na nota.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta pacientes, nos casos que não configuram emergência, a procurarem atendimento nas unidades de atenção básica. “Estão atendidos apenas casos de urgência e emergência no pronto socorro, enquanto durar a interdição, que é a atribuição da unidade. Casos ambulatoriais devem ser absorvidos pela atenção básica, através dos postos e clínicas de saúde, como deve ser a rotina”, considera a secretaria, na nota.

Os gestores advertem que os demais serviços do hospital, a exemplo da maternidade e a realização de cirurgias eletivas, funcionam normalmente.

 Em relação à segurança, na nota o diretor operacional Wagner Andrade esclarece que a Fundação Hospitalar de Saúde tem contrato com empresa de segurança, “tendo diuturnamente, dois seguranças naquela unidade e que foi firmado um acordo com SSP que proporcionou rondas periódicas e patrulhamento naquela unidade hospitalar e que surtiram efeito em função de não ter sido registrado nenhum incidente”.

A FHS informa que está aguardando o ato de interdição para análise e providencias necessárias para efetivar a desinterdição.

CRM

A equipe do Conselho Regional de Medicina (CRM) também realizou fiscalização no hospital na manhã desta sexta-feira, 22. A presidente do CRM, Rosa Amélia Dantas, informou que as atividades dos médicos na unidade também ficarão comprometidas com a interdição ética do Coren. “Médicos não podem trabalhar sem enfermeiros”, observou.

Durante a fiscalização, os representantes do CRM ouviram relatos da médica Isabel Cristina Brasão Froz, que destacou várias ocorrências de ameaças, que envolvem disparos de arma de fogo contra a equipe e xingamentos. “Um paciente trouxe até um cachorro para nos intimidar”, relatou.

A presidente do CRM informou que está colhendo as evidências e as provas, a exemplo dos Boletins de Ocorrência registrados na Polícia Civil, para concluir o relatório e as medidas que deverão ser adotadas. O CRM também não descarta a possibilidade de interdição ética em decorrência da falta de segurança, da escassez de medicamentos e também pela falta de equipamentos para a prestação do atendimento.

Por Cássia Santana www.infonet.com.br/saude/ler.asp

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domingo, 24 de novembro de 2013

PARALISAÇÃO DO HUOC É MARCADA POR ATO DO SINDUPE E ENCENAÇÃO TEATRAL

Hospital Universitário Oswaldo Cruz

A Paralisação de advertência, por 24 horas, dos servidores do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, na última sexta-feira, dia 22/11/2013, foi marcada por discursos de convocações para a luta e reforçadas denúncias sobre a situação precária do Huoc, na Assembleia Geral Extraordinária promovida pelo sindicato em frente ao hospital, e pela encenação teatral dos atores da TV Sindical.

O presidente do Sindupe, José Rosa de Oliveira, e o diretor Gleidson Ferreira, cobraram mais engajamento da categoria e agradeceram à presença dos servidores participantes no ato. Alguns aproveitaram para expor seus descontentamentos em relação à política de investimentos na saúde adotada pelo Governo do Estado, que vem degradando gradativamente o Huoc. Palavras de ordem pedindo a chamada dos concursados foram entoadas pelos servidores.

O diretor da Asupe, Augusto César de Melo, representou à entidade e deu apoio ao movimento. O servidor do Procape e membro do movimento Enfermagem na Rua, Érico Alves, fez o mesmo. A paralisação atingiu quase todos os setores do hospital. Apenas os serviços essenciais foram mantidos. De lá, uma comissão formada por membros do Sindupe, da Asupe, servidores do Huoc e aprovados no concurso de 2012 seguiram para uma reunião na Reitoria da UPE, convocada pelo reitor Carlos Calado para tratar do Oswaldo Cruz.

Encenação do grupo de teatro da TV Sindical

ENCENAÇÃO


Um dos momentos mais importantes do ato foi a encenação do grupo de teatro da TV Sindical. Os atores dramatizaram um atendimento médico numa UPA e depois no Huoc, satirizando os investimentos feitos pelo governador Eduardo Campos em cada uma dessas unidades e a forma de tratamento dado ao paciente. A peça utilizou-se da figura caricata do apresentador Sílvio Santos para representar um drama em alusão a um de seus programas, chamado de "Topa tudo por Saúde. A dramatização arrancou aplausos e risos do público.


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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Convocatória do Fórum dos Servidores do Recife, Setorial Saúde

O Fórum dos Servidores do Recife, Setorial Saúde, convoca a todos/as os profissionais da saúde para manifestação em defesa do PMAQ. Seguimos na luta com o que foi pactuado com todas as categorias.

Data: 20 de novembro (nesta quarta-feira);
Horário: 10 horas;
Local: Sede da Prefeitura do Recife

Maiores informações: Ednaptan de Souza


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Projeto de Lei reduz jornada de trabalho de enfermeiros

Presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí – COREN-PI, Silvana Santiago, em debate.

No Brasil, há cerca de 1 milhão e meio de profissionais, sendo 90% desse número formado por mulheres

As categorias profissionais em geral sempre buscam melhorias relacionadas às suas condições de trabalho. Aumento salarial e redução da jornada de trabalho são temas frequentes nas discussões sobre questões trabalhistas. Uma classe que tem se manifestado constantemente pela redução da jornada de trabalho é a dos profissionais da Enfermagem. Auxiliares, Técnicos e Enfermeiros estão expostos a uma estressante jornada de trabalho, à falta de infraestrutura nos hospitais e postos de saúde.

O Projeto de Lei 2295/00 altera a Lei nº 7.489, de 1986, e proporciona uma isonomia ao enfermeiro, pois outras categorias da área de saúde já usufruem de cargas horárias menores, como os médicos (20 horas semanais), os fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais (30 horas) e os técnicos em radiologia (24 horas). Essa redução da jornada vai significar a abertura de 21.965 novos postos de trabalho, com um impacto financeiro muito pequeno, de apenas R$ 259,4 milhões anuais, o equivalente a 0,021% do Orçamento da União.

De acordo com a presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Piauí – COREN-PI, Silvana Santiago, a diminuição na quantidade de horas trabalhadas para a categoria traria benefícios não apenas para os profissionais, mas também para a população em geral. “Trata-se de lutar também pela segurança dos pacientes. As pessoas chegam aos hospitais bastante vulneráveis. Assim, elas precisam receber um atendimento atencioso e personalizado, porém a excessiva carga de trabalho compromete essa qualidade”, afirma.

No Brasil, há cerca de 1 milhão e meio de profissionais, sendo 90% desse número formado por mulheres, de acordo com informações do Conselho Federal da Enfermagem – COFEN. Desde o ano 2000 os enfermeiros reivindicam a redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais, ou seja, 6h diárias.

Os trabalhadores da área estão entre os que mais adoecem por causa das condições de trabalho. A fadiga decorrente do desgaste físico e psicológico pode expor o usuário dos sistemas de saúde a erros na execução de procedimentos.

A advogada Arianne Fernandes explica que a jornada de trabalho pleiteada pela categoria está em conformidade com o sugerido pela Organização Mundial de Saúde. “Cabe destacar a Organização Internacional do Trabalho – OIT, e a Organização Mundial da Saúde – OMS, que recomendam a jornada de 30h como a mais adequada para o desempenho das atividades dos profissionais de saúde”, diz Arianne.

Silvana Santiago, que ministra aulas no curso de Enfermagem da Faculdade Santo Agostinho, explica que promove a conscientização dos seus alunos para a defesa da causa. “Eles serão os futuros profissionais da área. É importante que eles se preocupem com as condições de trabalho que encontrarão daqui a alguns anos”, aponta. Fonte: www.capitalteresina.com.br

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JORNADA DE 30 HORAS É REGULAMENTADA EM TRÊS LAGOAS (MS).

Três Lagoas: Prefeita Márcia Moura.

A Prefeita Márcia Moura do município de Três Lagoas (MS), mostra a todos dos prefeitos e vereadores que é possível sim, regulamentar a carga horária dos servidores da área da saúde, em especial os profissionais da equipe de enfermagem, para 30 horas semanais, sem prejuízo salarial.
Ressalta-se que várias localidades já fizeram alteração na jornada de trabalho dos profissionais de enfermagem, como Curitiba, Rio de Janeiro e Teresina. Recentemente a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou o projeto estadual, conferindo 30 horas semanais para enfermeiros, técnicos e auxiliares de Enfermagem de todo o Estado de São Paulo.

NO ESPÍRITO SANTO, NENHUM REPRESENTANTE POLÍTICO SEGUIU OS EXEMPLOS QUE JÁ TOMAM CONTA EM TODO O PAÍS.

COMO SEMPRE CONTINUAMOS ATRASADOS EM DECISÕES POSITIVAS PARA A SAÚDE PÚBLICA, EM NOSSO PAÍS E EM NOSSO ESTADO.

CONTINUAMOS DESAFIANDO NOSSOS REPRESENTANTES (DEPUTADOS E VEREADORES) A APRESENTAREM EM SUAS CÂMARAS E ASSEMBLEIA ESTADUAIS, O PL DAS 30 HORAS PARA ENFERMAGEM BRASILEIRA.

LEMBREM-SE: ÁGUA MOLE E PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA...


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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Servidores da Saúde fecham avenida Nazaré


                                             Servidores da Saúde fecham avenida Nazaré

Agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate a endemias (ACE) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) de Belém interditam a avenida Nazaré na manhã desta sexta-feira (8), em frente à Secretaria Municipal de Administração (Semad).

Os trabalhadores, que deflagraram greve na segunda-feira (4), reclamam sobre a falta de condições de trabalho, como falta de equipamentos, e sobre duas demissões e descontos na folha de pagamento de trabalhadores enquanto eles estavam e estado de greve.

“Viemos aqui para a Semad pedir uma audiência para discutirmos nossa condição. O prefeito pediu para que voltássemos a trabalhar, aceitamos um acordo, mas queremos saber as condições de trabalho que teremos”, disse Carlos Aroldo, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Pública do Estado do Pará (Sintesp). “Paralisamos por falta de equipamento, e não podemos voltar a trabalhar do mesmo modo”.

Na segunda-feira (11), os trabalhadores deverão voltar a realizar um ato público em frente à Semad.

No começo da tarde, a via foi liberada. O trânsito no local já está sendo normalizado.

(DOL com informações de Isaac Senna/Rádio CLube)  Fonte: www.diarioonline.com.br  

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