Enfermagem

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Técnicos em enfermagem do Pequeno Anjo fazem paralisação por melhores salários em Itajaí

Um grupo de cerca de 30 funcionários da unidade hospitalar decidiram suspender atividades por 24 horas

Técnicos de enfermagem do Hospital Universitário Pequeno Anjo, administrado pela Fundação Universidade do Vale do Itajaí (Univali), protestam por melhores salários na manhã desta sexta-feira, em Itajaí.

Um grupo de cerca de 30 funcionários da unidade hospitalar decidiram fazer uma paralisação por 24 horas. Com faixas os técnicos em enfermagem iniciaram a manifestação às 7h e reivindicam mudança no piso salarial da categoria na região.

- O nosso salário está muito baixo em relação a região de Florianópolis e Joinville. A grande maioria dos profissionais acabam indo para outras cidade. Nós ganhamos R$ 5,11 por hora e nosso salário base é R$ 1.227, isso é um absurdo - explica Bianca Rafaela Pereira, técnica em enfermagem e uma das organizadoras da paralisação.

Segundo ela, que trabalha há mais de quatro anos no Hospital Universitário Pequeno Anjo, ontem a comissão responsável pela paralisação se reuniu com o reitor da Univali, Mário Cesar dos Santos

- O reitor nos passou que não tem negociação e que a situação ficará assim até a saída do dissídio que vai ocorrer em março - ressalta.

De acordo com os organizadores do movimento o atendimento dos pacientes não será prejudicado, pois 30% dos técnicos em enfermagem continuam trabalhando e se revezando durante essas 24h da paralisação.
Fonte: diariocatarinense.clicrbs.com.br

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Os culpados pela obesidade infantil

Os culpados pela obesidade infantil

Um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, concluiu que os principais fatores de risco para o excesso de peso em crianças são quantidade de sono inadequada, pais obesos e controle exagerado do que o pequeno pode colocar no prato. Antes de chegar a essa conclusão, os pesquisadores elencaram e, na sequência, investigaram 22 situações associadas à obesidade infantil. E esses três pontos se destacaram como os que mais contribuem para o quadro.

Note que a tão falada fast food não se encontra na lista dos experts de Illinois. E outro trabalho americano – esse da Universidade da Carolina do Norte – concorda: as comidas rápidas não são as únicas vilãs da saúde da meninada. No levantamento em questão, especialistas analisaram a dieta de 4 466 pessoas de 2 a 18 anos de idade. Eles viram, então, que 50% dos participantes não eram consumidores de fast food, 40% estavam no grupo que visitava esses restaurantes de vez em quando e apenas 10% declaravam abusar desse tipo de alimentação. Ou seja, pelo menos segundo os dois artigos citados, a obesidade está mais associada às refeições oferecidas em casa e na escola – com pouca ingestão de frutas, verduras e legumes – do que ao consumo de comidas prontas. Tão importante quanto reduzir o consumo de fast food é incentivar hábitos saudáveis na rotina da garotada. Fonte: Revista Saúde

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domingo, 19 de janeiro de 2014

Homens armados invadem hospital em Palmas e promovem tiroteio


Eles procuravam por paciente que foi baleado na região norte da capital

Um tiroteio ocorrido na madrugada deste sábado (18), no Hospital Geral de Palmas (HGP), deixou duas pessoas feridas e várias em pânico, entre pacientes, acompanhantes e funcionários. De acordo com a Polícia Militar, três homens armados entraram na unidade de saúde procurando por um outro homem que havia sido baleado na região norte da capital.

Segundo testemunhas que estavam na porta do HGP, os atiradores usavam capacete quando entraram pela porta de emergência da unidade de saúde. Eles teriam andando pelos corredores e como não localizaram o alvo efetuaram vários disparos do lado de fora do hospital. Duas pessoas que acompanhavam pacientes da unidade ficaram feridas.

O presidente do Sindicato dos Profissionais da Enfermagem no Estado do Tocantins (Seet), Ismael Sabino da Luz, disse que já aconteceram casos semelhantes em Porto Nacional e Araguaína, inclusive com vítima fatal. "Nós vamos ao Ministério Público para que o órgão faça a mediação entre Secretaria da Saúde e sindicato", conta.

Conforme o presidente, a população e os profissionais da enfermagem estão em risco por causa da falta de segurança nos hospitais públicos do Tocantins.


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Fonte: Do G1 TO

sábado, 11 de janeiro de 2014

PCCR dos profissionais da Saúde é sancionado, em Roraima

Piso salarial, gratificações e progressão salarial fazem parte do plano.
Lei será publicada no Diário Oficial dessa sexta-feira (10).

Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos profissionais da Saúde de Roraima é sancionado (Foto: Natacha Portal/ G1)

Após meses de negociações que culminaram na greve geral dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem de Roraima, deflagrada em 26 de dezembro e encerrada no dia 6 de janeiro, o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores da Saúde foi assinado no final da tarde desta quinta-feira (9) pelo governador José de Anchieta (PSDB), no Palácio Senador Hélio Campos.

Segundo o presidente do Sindicato dos Profissionais de Enfermagem de Roraima (Sindprer), Roberto Morais, a partir de agora os profissionais de Saúde terão os benefícios de um novo piso salarial assegurado por lei, garantias de gratificação e também progressões aos profissionais aprovados no concurso de 2004.

 Entre as reivindicações da classe, estavam o pagamento de auxílio-alimentação e remuneração superior a R$ 2 mil para os cargos de nível médio.

"Ainda mantemos a discussão com o executivo para a possibilidade de que esse vale-alimentação seja concedido à categoria e aceitamos um valor intermediário de remuneração entre o que nós queríamos e o que o governo estava oferecendo", declarou Morais.

De acordo com o secretário estadual de Saúde, Alexandre Salomão, a melhoria da remuneração dos profissionais somada à realização do concurso da Saúde em 2013, fazem com que a equipe trabalhe mais motivada e com segurança.

"Esse [sanção do PCCR] é um ponto a mais para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) em Roraima. O profissional motivado, com remuneração melhor, realiza um atendimento com mais qualidade", ressaltou.

Condições de trabalho
Outro ponto presente nas reivindicações do profissinais de Saúde era a melhoria das condições de trabalho, tanto no quesito estrutural quanto de material de trabalho e efetivo.

Conforme Roberto Morais, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) já se comprometeu a realizar a convocação de mais profissionais concursados para suprir a demanda e melhorar o atendimento.

Alexandre Salomão declarou que o estado teve vários investimentos na saúde em 2013 e anunciou a previsão de conclusão da obra do Hospital de Rorainópolis no primeiro trimestre deste ano.

"Temos investimento do governo estadual em mais de R$ 40 milhões para ampliação do Hospital Geral de Roraima com mais 120 leitos de internação, 40 leitos de UTI [Unidade de Tratamento Intensivo] e dez salas cirúrgicas", enfatizou o secretário.


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Fonte: g1.globo.com/rr/roraima

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

“Orçamento da União não pode ser voltado aos interesses do capital”


“Orçamento da União não pode ser voltado aos interesses do capital”
Por Sérgio Goiana*

Hoje, o GARRA DIÁRIO publica a segunda parte da entrevista feita com o coordenador geral do Sindsep-PE, Sérgio Goiana. Dessa vez, Sérgio fala sobre as expectativas e os desafios para os servidores federais no ano que vem. Ele trata também dos projetos que tramitam no Congresso e afetam diretamente os servidores federais.


DESAFIOS 2014

Considero que temos três grandes desafios para ano que vem em nível de serviço público. O primeiro deles é valorizar o vencimento básico dos servidores. Hoje, as pessoas estão demorando a se aposentar por causa da redução salarial. Essa redução se dá porque o vencimento básico representa atualmente, no máximo, um terço da remuneração, o resto é gratificação, que só levamos metade no momento da aposentadoria. Outro ponto é a convocação de mais concursos públicos. Muitos servidores estão indo para a iniciativa privada e outros se aposentam, sem falar das pessoas que falecem. Essas vagas não estão sendo preenchidas. Além de escassos, muitos concursos usam a figura do cadastro de reserva. Com isso, os gestores não são obrigados a chamar os aprovados. Isso é um absurdo. Inaceitável e inconstitucional na nossa avaliação. A terceira questão é fazer com que o serviço público seja uma prioridade no orçamento da União, que garanta melhores condições de trabalho, saúde, segurança e vida ao servidor e, por outro lado, melhore atendimento à população.


GREVE

É importante destacarmos que desde o início do governo FHC realizamos greves todos os anos, exceto em 2012, quando tivemos um acordo com o governo.  Entendemos que no próximo ano, principalmente por causa da Copa do Mundo, os serviços públicos vão ser muito mais utilizados, não só pelos brasileiros, mas pelos estrangeiros que irão visitar o país. O Brasil estará sob os holofotes e esse será um momento importante para fazermos nossas reivindicações. Já temos um indicativo de greve para o mês de março. Definido no último Congresso da Condsef, realizado semana passada. Caso o governo não avance no atendimento da pauta de reivindicação, vamos às ruas. Além disso, defendemos um serviço público melhor para todos e para que isso aconteça, o orçamento da União deve deixar de ser direcionado ao pagamento de dívidas, atendendo ao interesse do capital, e passe a ser investido em serviços públicos.


DE OLHO NO CONGRESSO

Estamos fazendo um grande esforço para combater o PL 4330 das terceirizações.  Há dez anos o movimento sindical, comandado pela CUT e entidades representativas dos servidores públicos, vem lutando para que esse projeto não seja votado. Também temos o projeto de redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários, que ainda não foi votado porque não há interesse dos empresários, já que o Dieese afirma que essa iniciativa geraria empregos e aqueceria a economia. Mas vamos para o enfrentamento e esperamos colocá-lo em pauta.


HERANÇAS DANOSAS DE FHC

Estamos resistindo para que o PL 248/98, surgido no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC), não entre em votação porque ele permite a demissão do servidor público que não satisfaça a vontade do seu chefe, oficializando o assédio moral nas repartições públicas. O fim do Fator Previdenciário é outro ponto. Temos lutado para que o Congresso ratifique a derrubada do veto presidencial e esse pedágio para a aposentadoria deixe de existir. Lutamos ainda pela mudança da Lei 9478/97, que permite a entrega do petróleo e do gás brasileiros à iniciativa privada e ao capital estrangeiro.

Por Sérgio Goiana - Coordenador Geral do Sindsep-PE - Sindicato dos Servidores Publicos Federais no Estado de Pernambuco

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Número de parlamentares investigados bate recorde


Com 13 acusações, Lindbergh Farias e dois deputados do DEM são os parlamentares com mais pendências no Supremo

Levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco mostra que tramitam no Supremo 542 inquéritos e ações contra 224 parlamentares federais. Saiba quem são eles

Nunca tantos congressistas estiveram sob a mira da Justiça. De cada dez parlamentares, quatro estão pendurados no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de participação em crimes. É o que revela levantamento exclusivo, que ocupa 20 páginas da sétima edição da Revista Congresso em Foco, à venda nas principais bancas (veja onde comprar a revista em Brasília) e também disponível em versão digital (acesso gratuito para assinantes do UOL). São 224 deputados e senadores que respondem a 542 inquéritos e ações penais. Um recorde, desde que o Congresso em Foco começou a fazer, de maneira pioneira, esse tipo de pesquisa, em março de 2004.

Veja a lista de deputados e senadores pendurados no Supremo

O número supera em 17% o total de congressistas apurado em nosso levantamento anterior, publicado na terceira edição da revista, em junho do ano passado. Na época, 191 parlamentares estavam sob investigação no Supremo, único foro competente para julgar crimes cometidos por deputados, senadores e outras autoridades.

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e os deputados Paulo César Quartiero (DEM-RR) e Lira Maia (DEM-PA) são os parlamentares com mais pendências no STF atualmente. Cada um deles é alvo de 13 acusações, considerando ações penais e inquéritos. A bancada federal de sete estados – Acre, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima – tem mais da metade de seus integrantes sob suspeita. No caso do Mato Grosso, 91% dos parlamentares aguardam julgamento de ações ou inquéritos no Supremo. Dentre os partidos, a liderança é do PMDB: 54 dos seus cem congressistas estão às voltas com pendências criminais no STF. A pesquisa foi realizada entre 13 de junho e 14 de agosto de 2013.

Entre as acusações que recaem sobre os parlamentares, há desde crimes graves como homicídio, corrupção e envolvimento com o narcotráfico até denúncias relativas a irregularidades – por vezes, de caráter formal – em campanhas eleitorais. Além de trazer a lista completa dos senadores e deputados federais que respondem a acusações no Supremo, a reportagem traz uma série de gráficos mostrando a evolução dos processos contra congressistas desde 2005; a incidência de denúncias nas principais bancadas dos sindicalistas, ruralistas e evangélicos; e a distribuição das acusações por estados e por partido.

A reportagem também busca respostas para as causas do acúmulo de processos contra políticos no STF. O tema é analisado por juristas e cientistas políticos, que associam o fenômeno principalmente às falhas do sistema judiciário brasileiro e à ineficácia do chamado foro privilegiado, que faz do Supremo o foro exclusivo para julgar crimes de deputados e senadores. O tribunal, na opinião de um dos seus ministros, Marco Aurélio Mello (áudio, exclusivo para assinantes), “está inviabilizado” pela sobrecarga de processos judiciais.

Veja a lista de deputados e senadores acusados criminalmente
Outros textos sobre parlamentares processados

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Fonte: Congressoemfoco.uol.com.br

30 horas semanais da Enfermagem: Enfermeiro Ari Entregou Abaixo-Assinado a Ministro da Saúde em Evento Sábado

 
Vereador colheu 150 assinaturas para a regulamentação da carga horária da categoria

O vereador Aristides Jacinto Bruschi, Enfermeiro Ari (PV), aproveitou a visita do ministro da saúde, Alexadre Padilha, no último sábado para a inauguração da Unidade de Pronto Atendimento e entregou um abaixo-assinado com 150 assinaturas de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, solicitando do Governo Federal uma Lei para regulamentar a carga horária de trabalho dos profissionais de saúde.
Durante entrevista para O Regional, Enfermeiro Ari afirmou que é uma reivindicação antiga dos profissionais da área de enfermagem e que em todo o país existe uma mobilização para que seja regulamentada uma proposta de 30 horas semanais de trabalho.

“Estamos tentando mobilizar o maior número de profissionais da categoria. Tem uma normatização que enfermeiros, técnicos e auxiliar de enfermagem trabalhem por 30 horas, no entanto, o mais comum é a contratação por 40 horas ou mais. O ideal é 30”, disse o parlamentar, durante evento de inauguração da Unidade de Pronto Atendimento. 

Em Catanduva, conforme informou o vereador, foram colhidas 150 assinaturas. “Colhemos as assinaturas nos postos de saúde, nas portas dos hospitais”, afirmou.
Para ler esta e outras notícias, na íntegra, confira a edição impressa e/ou se cadastre no site para ter acesso a versão Online de O REGIONAL desta terça-feira (24/12).

Karla Konda    
Guilherme Vila Real
Da Reportagem Local
Foto: O Regional

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Fonte: oregional.com.br

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