Enfermagem

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

CPI ouve na próxima semana diretor-geral do HU de Dourados e presidente do Conselho de Enfermagem

A oitiva com o diretor geral do Hospital Universitário de Dourados, Edson Desiderio Fernandes, e com a Presidente do Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso do Sul, Amarilis Pereira Amaral Scudellari, prevista para acontecer hoje (26), foi adiada para a próxima segunda-feira (30).

O adiamento foi necessário devido incompatibilidade de agenda dos depoentes. A oitiva da próxima semana vai acontecer a partir das 14 horas, na Assembleia Legislativa, em Campo Grande.

Segundo o deputado estadual, Amarildo Cruz, presidente da CPI da Saúde em MS, há muitas reclamações de falta de atendimento no Hospital Universitário de Dourados, entre outros problemas. “Vamos ouvir o responsável pela unidade para que nos forneça um panorama do funcionamento do hospital, que está localizado em uma das cidades mais importantes do interior do Estado e que hoje tem problemas na saúde”, esclareceu.

Já em relação Amarilis Pereira Amaral Scudellari, os integrantes da CPI decidiram pela sua convocação porque ela representa uma categoria de profissionais muito importantes para o funcionamento das unidades de saúde. “Queremos saber quais são as dificuldades constatadas pelos enfermeiros no dia-a-dia de trabalho e quais são suas sugestões para ajudar a melhorar a saúde em Mato Grosso do Sul”, finalizou.

CPI da Saúde em MS

A CPI da Saúde em MS foi criada no dia 23 de maio deste ano. Os parlamentares querem saber como estão sendo feitos os repasses dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) para unidades hospitalares de Campo Grande, Corumbá, Paranaíba, Dourados, Três Lagoas, Jardim, Coxim, Aquidauana, Nova Andradina, Ponta Porã e Naviraí. A investigação apura os repasses e convênios feitos nesses municípios nos últimos cinco anos.

A Comissão Parlamentar de Inquérito tem 120 dias para apurar as possíveis irregularidades, podendo ser prorrogada por mais dois meses. Já foram ouvidos a ex-secretária estadual de Saúde, Beatriz Dobashi, o secretário municipal de Saúde de Campo Grande, Ivandro Fonseca, o presidente da Santa Casa da Capital, Wilson Teslenco, os ex-diretores do Hospital Universitário, José Carlos Dorsa, o do Hospital Regional de Campo Grande, Ronaldo Perches Queiroz,o ex-secretário municipal de saúde da capital, Leandro Mazina, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso do Sul, Luís Henrique Mascarenhas Moreira, e os médicos Os médicos Adalberto Siufi e Cláudio Wanderley Saab, ex-diretor do Hospital do Câncer e o atual diretor-geral do Hospital Universitário, respectivamente.

Também foram ouvidos pelos parlamentares os ex-integrantes da Junta Interventora da Santa Casa de Campo Grande, Antonio Lastória, Nilo Sérgio Laureano Leme e Issan Moussa, o diretor-presidente do Hospital do Câncer, Carlos Alberto Moraes Coimbra, o ex-presidente do Conselho Estadual de Saúde, Florêncio Garcia, o diretor-presidente do Instituto Municipal de Tecnologia da Informação da Prefeitura de Campo Grande, Luiz Alberto de Oliveira Azevedo, o ex-responsável pela pasta, João Mitumassa Yamaura, o Diretor-presidente do Consórcio Telemídia e Technology International, Naim Alfredo Beydoun, o Presidente do Conselho Estadual de Saúde, Alexandre Correa Bueno, o prefeito de Naviraí, Leandro Peres de Matos e o Presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Mato Grosso do Sul, Frederico Marcondes Neto além de gestores e conselheiros municipais de saúde nas cidades de Dourados, Coxim, Aquidauana, Jardim, Paranaíba, Três Lagoas, Naviraí, Nova Andradina, Ponta Porã e Corumbá.


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Enfermeiros participam de Fórum de Pesquisa

 
Apresentar aos profissionais da Rede de Atenção Primária (Reap) o que acadêmicos de enfermagem estão produzindo nas universidades. Este foi o principal objetivo do  Fórum de Pesquisas de Enfermagem da Reap,  realizado nesta quarta-feira no Centro de Educação Permanente a Saúde (Ceps). O evento reuniu 43 enfermeiros, que representam cada um dos postos das unidades básicas de saúde existentes em Aracaju.

A coordenadora de enfermagem da Reap, Patrícia Oliveira,  disse que o  fórum foi feito em parceria com o Programa de Saúde do Homem, e foram apresentadas duas monografias sobre saúde do homem. São estudantes de enfermagem das Universidades Federal de Sergipe e Tiradentes.

O evento contou, ainda, com a apresentação de um trabalho da presidente do Sindicato dos Enfermeiros de Sergipe, Flávia Brasileiro, que concluiu, recentemente, o curso de Direito. Na monografia ela abordou a Responsabilidade Civil do  Enfermeiro na Passagem do Plantão Hospitalar.

A junção dos temas da saúde com o direito é algo sempre muito dinâmico e que tem um objetivo social de alto impacto nas práticas diárias dos profissionais, das empresas e de sua clientela e, por este motivo, não se pode ver este assunto apenas à luz de uma área do saber. Aplicabilidade do direito civil nas relações entre usuários de serviços de saúde, empregados e empregadores é algo relativamente novo, mas extremamente em alta, resumiu  Flávia.
Ascom PMA

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Umuarama: Enfermagem comemora Dia Mundial do Coração com atividades

 Na Unidade-Sede, estudante afere pressão arterial de funcionária

‘Um Mundo, uma Casa, um Coração’. Com esse tema, o curso de Enfermagem da Universidade Paranaense – Unipar promoveu atividades em comemoração ao Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro. Via projeto de extensão Pae (Pronto Atendimento Escola), a Blitz aconteceu no rall de entrada da Unidade-Sede e em um dos semáforos da Avenida Paraná.

Além de aferir a pressão arterial, a equipe distribuiu folders com dicas de cuidados do coração, como o controle do peso, a prática de esportes, não fumar, ter alimentação saudável e o consumo excessivo do sal. Para estimular o coração e reduzir o estresse, os estagiários também entregaram bolinha anti-estresse.

“O coração é considerado um dos mais importantes órgãos do corpo humano. Por isso buscamos promover ações voltadas à prevenção de doenças, beneficiando graduandos, funcionários e outras pessoas da comunidade”, destaca a coordenadora do curso, professora Maristela Ribeiro.

Os trabalhos foram supervisionados pela responsável técnica do Pae, enfermeira Neusa Viana Lopes


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Fonte: www.unipar.br


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Em quatro anos, UEMS conquista seu 10° programa de mestrado

 Pró-reitora de Pesquisa da UEMS, Carla Centeno

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul acaba de receber da Capes a aprovação de seu décimo programa de pós-graduação stricto sensu. Trata-se do mestrado profissional em Ensino em Saúde, cuja primeira turma, com até 20 alunos, será selecionada para início das atividades em 2014. Esse é o 10º programa de mestrado conquistado pela Universidade desde 2009, o que, segundo a pró-reitora Carla Centeno, marca a força crescente que a pesquisa tem ganhado na instituição.

“Este mestrado vai atender uma a área muito necessitada no Estado, que é a saúde. A aprovação representa um avanço da UEMS no campo da pesquisa e, especialmente, no compromisso social da nossa instituição”, diz Carla ressaltando que, ao qualificar a saúde, a UEMS contribui diretamente para a melhoria de vida da população.

A proposta recém-aprovada está comprometida com a formação de recursos humanos com vistas ao fortalecimento do SUS. Segundo a professora Márcia Alvarenga, que participou da comissão que elaborou a proposta do mestrado, os professores envolvidos na área da saúde comemoraram a aprovação que certifica a relevância do trabalho que vem sendo desenvolvido nesta área, na UEMS. “Nós submetemos a proposta à Capes em março de 2012, mas o resultado só veio sair agora, por isso era grande a expectativa pela aprovação”, diz Márcia.

Márcia explica ainda que, por ter um perfil profissional, o trabalho final dos alunos que irão integrar o Mestrado não será um material somente acadêmico, mas algo que possa promover mudanças diretas no mercado profissional.

A proposta do Mestrado Profissional em ensino em Saúde está vinculada à história da formação do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação e Saúde (GEPES) da UEMS, que tem sido o articulador da construção de projetos de pesquisa interdisciplinares visando integrar a Saúde, a Educação e o Ensino. Desta forma, estabeleceram-se parcerias com pesquisadores do campo da Educação para fortalecer e desenvolver pesquisas relacionadas ao Ensino em Saúde, voltadas para a formação inicial em saúde, a formação continuada e práticas educativas em saúde em vários cenários, dentre eles, as unidades básicas de saúde, as unidades hospitalares, escolas e outros espaços.

A perspectiva é que o Mestrado Profissional Ensino em Saúde estabeleça convênios de cooperação científica com centros de referência em pesquisa nacionais ou internacionais, como o Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (UNICAMP) e a Escola de Enfermagem da USP. O programa também submeterá propostas de pesquisa às chamadas públicas dos editais das agências de fomento nacionais como a CAPES e o CNPq e das agências de fomento regionais como a FUNDECT.


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Auxiliar de enfermagem e família pode ter morrido por intoxicação por causa de vazamento de gás

Aquecedor de Dina tinha falha - Aparelho a gás não tinha o duto responsável por tirar monóxido de carbono do ar

O aquecedor a gás do apartamento onde a auxiliar de enfermagem Dina Vieira da Silva, de 42 anos, e quatro filhos foram encontrados mortos, na terça-feira, estava instalado incorretamente, concluíram os peritos. A falha pode ter permitido que monóxido de carbono se espalhasse pelo ambiente da casa, causando a morte de família.

A intoxicação por causa de vazamento de gás é uma das linhas de investigação da polícia. A outra suspeita é que o técnico boliviano Alex Guinones Pedraza, de 33, namorado de Dina, tenha envenenado a auxiliar de enfermagem e os filhos – Vitória, de 7 anos, Caroline, de 11, Daniel, de 12, e Karina, de 16. A perícia analisa suco, bolo e sopa encontrados no local. Vestígios em um tênis do boliviano também estão em análise. Alex, que nega o crime, está preso.

Segundo a polícia, o aquecedor de Dina não tinha o duto responsável por tirar o resultado da combustão para fora do apartamento. A peça é obrigatória em ambientes como o apartamento, segundo a norma NBR 13103. Foto divulgada ontem pelo DIÁRIO mostra o aparelho chamuscado.

OUTRA MORTE/ Ontem, a polícia ouviu a mulher de Lucas Nascimento, de 23 anos. Ele morreu no mesmo apartamento de Dina em 3 de junho, três dias após o casal se mudar para o local. A causa da morte não foi definida.
A mulher da vítima disse que, no dia, passou mal ao tomar banho e dormiu. Ao acordar, viu  o rapaz  morto e vômito.  Intoxicação por gás pode causar vômito. Ela estava grávida e perdeu o filho.

No caso de Dina, também havia vômito pela casa, além de fezes. Pessoas que entraram no local após os corpos serem descobertos relataram ter sentido leve cheiro de gás. O subsíndico Marcos Franco, porém, afirmou ontem que Dina nunca havia se queixado de vazamento. Olivia Tesser/Diário de SP

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Fonte: www.diariosp.com.br


Secretária discute jornada de 30 horas para enfermeiros

 
Reunião aconteceu na manhã da última terça-feira, 17/09/13

Goretti Reis destaca que impacto na folha seria de R$ 370 mil

 A secretária municipal da Saúde, Goretti Reis, propôs a criação de uma comissão, formada por entidades que representam os diversos profissionais de enfermagem para discutir a possível implantação da jornada de trabalho de 30 horas para a categoria, que hoje conta com 40 horas semanais.  Goretti recebeu no gabinete, representantes dos Conselhos Federal e Regional de Enfermagem, além do sindicato, e explicou o impacto que uma mudança na jornada irá gerar na folha de pagamento da secretaria.

Atualmente, a Secretaria Municipal da Saúde tem 1.600 profissionais de enfermagem, cuja folha de pagamento mensal é de R$ 3,67 milhões. Caso todos passem a trabalhar 30 horas, o impacto na folha será de R$ 370 mil e a instituição ainda terá que contratar mais 27 auxiliares de enfermagem, seis enfermeiros e nove técnicos de enfermagem.

Para Goretti, é importante que as entidades que representam a categoria discutam com a Secretaria Municipal da Saúde a possível implantação desta carga horária o mais rápido possível, que ainda terá que ser discutido na Câmara Municipal de Aracaju. Ficou definido, então, que no dia 26 de setembro, às 14h30, haverá outra reunião, desta vez, com cada entidade, indicando o nome de um titular e suplente para compor a comissão.

Participaram também da reunião, o secretário adjunto da Saúde, Petrônio Gomes, além da conselheira do Conselho Federal de Enfermagem - Irene do Carmo Ferreira, a presidente do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) - Gabryella Garibalde Resende; a presidente da Associação Brasileira de Enfermagem - Maria Cláudia Tavares Mattos e o vice-presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Marcelo Dangelis. 


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Fonte: Ascom SMS - www.infonet.com.br

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Auxiliar de enfermagem e seus quatro filhos encontrados mortos são enterrados


Família morta em Ferraz de Vasconcelos é enterrada

Os corpos da auxiliar de enfermagem Dina Vieira da Silva, de 42 anos, e de seus quatro filhos, de 6, 11, 12 e 16...

Os corpos da auxiliar de enfermagem Dina Vieira da Silva, de 42 anos, e de seus quatro filhos, de 6, 11, 12 e 16 anos, foram enterrados no fim da tarde desta quarta-feira, 18, no Cemitério Memorial Bosque da Paz, em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo. Eles foram encontrados no apartamento da família, em Ferraz de Vasconcelos, na madrugada de terça-feira, 17, e a polícia suspeita que tenham sido envenenadas pelo namorado de Dina, o técnico Alex Guidone Pedraza, de 33 anos, que foi detido. A família tenta agora arrecadar os R$ 18 mil pagos pelos sepultamentos.

Dina tinha seis filhos com quatro pais. O suspeito é pai de uma criança que não foi morta. No velório, os pais de quatro vítimas disseram que a auxiliar de enfermagem era uma mãe exemplar e acreditam que Pedraza pode ter cometido os assassinatos. "Não posso acusar 100%, mas tenho impressão de que foi ele", disse Braz Lopes de Souza, de 41 anos, que é pai biológico de Karina Rosa da Silva Lopes, de 16 anos, e registrou Carlos Daniel da Silva Lopes, de 12, e Caroline Laura da Silva Lopes, de 11, todos encontrados mortos.

Segundo Souza, a relação entre Dina e Pedraza era "muito tumultuada". "Não é fácil enterrar três filhos. Estou arrasado." O pai biológico de Carlos e Caroline, o metalúrgico Aparecido Elias dos Santos, de 42 anos, também acredita que o namorado tenha matado a família. "Ela era uma mãe exemplar. Não faria isso nunca. Ele (Pedraza) sequer deixava eu falar com ela ou as crianças."

De nacionalidade boliviana, Pedraza teve a prisão temporária decretada na própria terça e está na Cadeia Pública de Suzano, cidade próxima a Ferraz. De acordo com a polícia, a namorada já havia registrado queixas por agressão contra ele, já condenado uma vez por furto. Em sua versão, o homem conta que foi procurar Dina e, ao tocar na campainha de seu apartamento, ninguém atendeu. Ele diz que resolveu então dar a volta e viu pela janela o corpo de duas crianças. Com a ajuda do subsíndico e de outro morador, arrombou o apartamento, à 0h30.

Na sala foram achados os corpos de Vitória Cristina Vieira da Silva, de 6 anos, no chão. Ao lado dela, no sofá, estava Caroline, de 11. No quarto foi achada Dina e, no banheiro, a filha mais velha, Karina. No outro quarto estava o único menino, Carlos, de 12 anos, enrolado em um cobertor.

A polícia encontrou no local uma jarra contendo um líquido amarelado, um recipiente com pedaços de bolo e uma panela de pressão com sopa. Os alimentos passarão por perícia, assim como o sistema de gás.

Pedraza havia passado o dia com a polícia na terça. Ao chegar ao condomínio em uma viatura, escondeu o rosto. Depois passou por exame de resíduos sob as unhas e lesões. À noite, foi para o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo.

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Fonte: estadao.br.msn.com

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